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Mesada: os 5 maiores erros cometidos por quem dá e como evitá-los

Neste Cafeína, Samy Dana e Dony De Nuccio explicam cada um dos cinco erros cometidos por quem dá mesada além de contarem com a participação da planejadora financeira, Lai Santiago.

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Mesada, semanada – seja qual for o modelo de pagamento escolhido para a introdução de dinheiro na vida dos filhos – fato é que alguns erros cometidos pelos pais podem ser evitados no processo. Somado a isto, será que dar mesada é uma boa opção? Especialistas da área divergem sobre o tema.

João Kepler Braga, que escreveu o livro ‘Educando Filhos para Empreender’, defende que se por um lado a mesada ensina às crianças a ter organização, controle e disciplina, por outro passa uma sensação equivocada de que sempre haverá dinheiro garantido. Para ele, os pais devem acostumar os filhos à necessidade de trabalhar e não à de esperar um salário fixo no final do mês.

A justificativa é que no futuro, não haverá empregos formais para todos os jovens da nova geração. Logo, o autor aponta que vale despertar o empreendedorismo desde a infância.

Porém, a  maioria dos planejadores financeiros vão na contramão do que defende o autor. Gustavo Cerbasi, que é consultor financeiro e escritor do livro: ‘Pais Inteligentes Enriquecem seus Filhos’, é um dos defensores. Em seu livro ele recomenda a mesada como um artifício para se abordar as questões do dinheiro, justamente com o fim de praticar a educação financeira.

No entanto, aos pais que já adotam essa cultura ou que pretendem um dia colocá-la em prática, como evitar de cometer erros que podem prejudicar a forma como os filhos vão lidar com as finanças na vida adulta?

Segundo a planejadora financeira Lai Santiago, da Open Co, em vez de os pais trazerem as crianças para o universo adulto, o que deve ser feito é exatamente o oposto. “Não adianta querer abordar o assunto quando chega uma conta em casa, mas sim ensinar de outras maneiras mais leves”, aponta.

No entanto, será que existe um tempo certo para introduzir o assunto na vida das crianças? Segundo a planejadora, o mais indicado é começar entre os seis ou sete anos, quando a criança começa a aprender a somar e a subtrair. Porém, se a criança não estiver à vontade ou insegura emocionalmente, a idade pode ir além. Caso contrário, o efeito pode ser o oposto do esperado e assim gerar resistência.  “Criança aprende brincando; quanto mais leve e divertido, melhores são as chances de aprendizado”, diz Santiago.

No entanto, alguns erros devem ser evitados na jornada da mesada dada pelos cuidadores. Entre eles, ao menos cinco são essenciais que sejam evitados. Veja abaixo:

  • 1º erro: não ensinar o valor das coisas
  • erro: não fazer da mesada barganha nem usá-la como prêmio ou castigo
  • 3º erro: não interrompa o pagamento da mesada a não ser por problemas financeiros
  • 4º erro: não tente antecipar o planejamento financeiro dos filhos
  • 5º erro: não coloque o dinheiro em porquinhos ou potes que impeçam a criança enxergar o conteúdo interno. Aqui ensina-se a potência dos juros compostos.

Neste Cafeína, Samy Dana e Dony De Nuccio explicam cada um dos cinco erros, como evitá-los, além de contarem com a participação da planejadora Lai Santiago.

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Este conteúdo é de cunho jornalístico e informativo e não deve ser considerado como oferta, recomendação ou orientação de compra ou venda de ativos.

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