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Ficou sabendo? Itália investiga Meta; Anatel mira acordo de 5G

E mais: Stellantis supera previsões de lucro e vê pressão sobre preços de veículos.

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Itália investiga Meta em caso de US$ 925 mi relacionado a imposto sobre vendas

Mão segurando um celular com logo do Facebook
REUTERS/Dado Ruvic

Meta Platforms, dona do Facebook (FBOK34), pode enfrentar uma cobrança de 870 milhões de euros (US$ 925 milhões) em impostos na Itália depois que os promotores iniciaram uma investigação sobre a empresa, disseram duas fontes com conhecimento direto do assunto nesta quarta-feira.

A investigação foi aberta por magistrados de Milão a pedido da Procuradoria Europeia (EPPO, na sigla em inglês).

Os investigadores acreditam que a adesão gratuita às plataformas da Meta é uma contrapartida ao acesso aos dados dos usuários e deve ser classificada como uma troca de serviços, estando, portanto, sujeita ao IVA (imposto sobre valor agregado), disseram as duas fontes.

Stellantis supera previsões de lucro e vê pressão sobre preços de veículos

A Stellantis superou nesta quarta-feira previsões de resultados, impulsionada por preços altos de veículos e sinergias acima do esperado com o processo de fusão que originou a companhia. O grupo, porém, alertou que o cenário mostra pressão sobre os preços diante do processo de normalização das cadeias de fornecedores.

Em meio à forte demanda, a escassez de componentes eletrônicos permitiu que as montadoras aumentassem os preços dos veículos. A Stellantis disse que seu lucro operacional para o ano de 2022 aumentou 29%, apesar de uma queda de 2% nas vendas.

A Stellantis, criada há pouco mais de dois anos a partir da fusão de Fiat Chrysler e Peugeot PSA, disse que seu lucro operacional no segundo semestre do ano passado cresceu 17%.

Anatel mira acordo bilionário de 5G

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve decidir, nos próximos dias, se uma transação bilionária envolvendo operadoras de telefonia violou regras do leilão da tecnologia 5G. Na mira está um acordo entre a Vivo, pertencente à Telefônica Brasil (VIVT3), e a Winity Telecom, operadora de internet móvel criada pelo grupo Pátria.

Até março, os cinco conselheiros da Anatel devem decidir se autorizam ou não o acordo entre as duas empresas por uma faixa do 5G. A parceria foi apontada como irregular pela área técnica da agência, que analisou o caso, e pela Procuradoria Federal Especializada da Anatel.

A origem do imbróglio está nos leilões das redes 4G e 5G. Quando a Anatel fez a licitação das faixas de frequência, em 2021, a agência reservou uma fatia da tecnologia para uma nova companhia que estivesse interessada em entrar no negócio.

(*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo)

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