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Brex: fintech badalada do Vale do Silício demite 20% da equipe para ‘ganhar velocidade’

Executivos da empresa avaliada em US$ 12,3 bilhões também terão suas posições alteradas.

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A fim de reduzir sua queima de caixa, a badalada fintech Brex, fundada pelos brasileiros Henrique Dubugras e Pedro Franceschi no Vale do Silício, apontou cortar 20% de sua equipe, segundo a Bloomberg. Executivos da empresa avaliada em US$ 12,3 bilhões também terão suas posições alteradas.

Em comunicado aos funcionários, Franceschi, o co-CEO da empresa de cartões de crédito corporativos e gestão de despesas, apontou que a startup passa por uma reestruturação a fim de “ganhar mais velocidade”.

A companhia teria oferecido aos demitidos uma indenização de oito semanas de pagamento além de duas semanas adicionais por ano de serviço. Os planos de saúde serão mantidos por um período de seis meses, além de suporte para recolocação profissional.

Segundo Franceschi, apesar de o lucro bruto da empresa ter crescido 75% em 2023, a fintech atende menos de 1% do mercado americano.

Henrique Dubugras, à direita, fundou a Brex com o também brasileiro Pedro Franceschi (Brex/Divulgação)

Atualmente, a empresa tem licença para operar como empresa de pagamentos e corretora com produtos de banking em território americano. Mas no ano passado, a Brex suspendeu seu pedido de licença bancária nos EUA por causa das dificuldades regulatórias para aprovação, noticiou a Bloomberg.

Fundada por dois programadores em 2017, a Brex se tornou um unicórnio em 2018 e é conhecida por ter um bom marketing, uma cafeteria em São Francisco, além do comentado casamento milionário de Dubugras em Fernando de Noronha com direito a show de Alok e Maroon 5.

Em junho de 2020, a fintech também fez um movimento semelhante ao demitir 17% dos seus funcionários.

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