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Bitcoin, ethereum e mais: tudo sobre os 5 ETFs de criptomoedas na B3

Os fundos de índice têm lastro em diferentes moedas digitais, como bitcoin, ethereum, ou um mix de criptomoedas.

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A B3  já conta com 5 investimentos em ETFs – os fundos de índice, com lastro em criptomoedas. Essa é uma forma regulada e segura para o investidor pessoa física investir na modalidade.

Oferecidos por diferentes gestoras, os fundos de índice têm lastro em diferentes moedas digitais, como bitcoin, ethereum, ou um mix de criptomoedas.

HASH11

A gestora Hashdex foi a primeira a lançar um ETF de criptoativos, o HASH11, o que fez com que ela se destacasse no mercado. Atualmente a gestora se apresenta como a maior da América Latina. O HASH11 replica o Nasdaq Crypto Index (da sigla NCI), um índice que recebe influência direta do movimento do mercado de criptoativos, já que é composto por oito criptomoedas.

O índice é composto em sua maior parte por bitcoin, seguido de ethereum, litecoin, chailink, filecoin, bitcoin cash, uniswap e stellar. E assim como acontece no Ibovespa, o NCI é rebalanceado trimestralmente. Ou seja: novos ativos podem entrar ou sair.  O HASH11 tem 95% do seu patrimônio aplicado em cotas do NCI, assim como em posições compradas no mercado futuro.

BITH11

Este ETF foi anunciado como o primeiro ETF verde de Bitcoin do Brasil já que foi criado com o propósito de neutralizar as emissões de carbono gerada pela mineração da criptomoeda. Seu benchmark é o Nasdaq Bitcoin Reference Price.

O fundo busca retornos de investimentos que correspondam de forma geral à performance em reais, antes de taxas e despesas, do seu índice de referência que foi desenvolvido pela Nasdaq para fornecer em tempo real o preço de referência do bitcoin. Para atingir seu objetivo, o fundo investe no mínimo 95% de seu patrimônio em cotas do fundo de índice alvo, o Hashdex Nasdaq Bitcoin ETF que, por sua vez, investe em bitcoin ou em posições compradas no mercado futuro.

QBTC11

Segundo a gestora QR Asset, este ETF é o primeiro 100% Bitcoin da América Latina.  Seu índice de referência é o CME CF Bitcoin Reference Rate, de autoria da maior bolsa de derivativos do mundo, a Chicago Mercantile Exchange Group.

QETH11

Ele se define como o primeiro ETF de Ethereum da América Latina com exposição total ao ethereum – o segundo maior ativo digital em valor de mercado. Seu benchmark é o CME CF Ether Reference Rate. Este ativo foi lançado há dois meses na B3, portanto é ainda bastante recente. Autorizado pela CVM e com apólice de seguro, esse ETF compra Ethereum físico e realiza a custódia.  

Sua taxa anual de administração é de 0,75%, e o investimento inicial é a partir de R$ 10, dependendo da variação do mercado. Ou seja: é uma porta de entrada ao ethereum muito acessível – seja pelo preço como pela facilidade e segurança em se investir.

ETHE11

Este fundo é outra opção para o investidor que quer se expor a rede ethereum. O objetivo desse fundo é equivaler ao Nasdaq Ethereum Reference – índice criado justamente pra fornecer o preço de referência da moeda em tempo real.

Para alcançar o seu benchmark, a aplicação é de quase 100% do patrimônio em cotas do Hasdex Ethereum ETF. A taxa de administração é de 0,7% ao ano e seu patrimônio líquido é de mais de 113 milhões de reais. Atualmente, sua cota é negociada na casa dos R$ 55.

O que é ETF de criptomoedas?

Um ETF de criptomoedas é um fundo de índice que é composto por uma ou várias moedas digitais. Ao contrário das moedas em si, os fundos de índice podem ser um pouco mais estáveis. E por isso que essa é uma modalidade de investimento atrativa para quem não quer correr os riscos associados ao investimento direto. Porém, ao investir, é preciso ter em mente que qualquer variação muito forte vai acabar impactando o fundo de índice.

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