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5 fatos hoje: Via Varejo reverte prejuízo e Caixa Seguridade faz pedido de IPO

Stone anunciou a compra da Linx em uma transação de R$ 6 bilhões, que pode significar a volta da ‘guerra das maquininhas’.

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InvestNews
Casas Bahia

1 – Bolsonaro: Nós respeitamos o teto de gastos e queremos responsabilidade fiscal

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (12) em pronunciamento no Palácio da Alvorada, que lideranças tanto do Executivo quanto do Legislativo respeitam o teto de gastos e querem a preservação de responsabilidade fiscal. Apesar de presente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não se pronunciou.

Ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de outros ministros do governo com quem esteve reunido antes de discursar, o presidente sustentou que o Brasil está “indo bem” no enfrentamento do novo coronavírus e será um dos países que “melhor reagirá à crise“, inclusive econômica.

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“Assuntos variados foram tratados, como privatizações, outras reformas como a administrativa“, disse Bolsonaro. “Resolvemos, então, com essa reunião, direcionar as nossas forças para o bem comum daquilo que todos nós defendemos. Queremos progresso e desenvolvimento.”

2 – Stone compra Linx por R$ 6 bi e inicia nova fase da ‘guerra das maquininhas’

O anúncio de compra da Linx pela empresa de meios de pagamento Stone, por R$ 6 bilhões, é um sinal da nova onda de movimentação no setor de pagamentos no Brasil, dentro de um cenário de crescente competição apelidado de “guerra das maquininhas”. Como pano de fundo deste processo estão o Pix e o open banking, iniciativas na direção de abertura de mercado financeiro implementadas pelo Banco Central.

Com receitas combinadas de R$ 3,6 bilhões, a fusão da Stone com a Linx cria oportunidade de gerar pagamentos no volume bruto de R$ 300 bilhões, de acordo com apresentação feita ao mercado pela empresa.

Para fazer frente à operação, a Stone fará na bolsa de tecnologia Nasdaq, onde é listada, uma oferta de ações de cerca de US$ 1 bilhão, que deverá ser suficiente, por causa da taxa de câmbio, para pagar a transação, que será 90% em dinheiro e 10% em ações do novo negócio. O acordo depende de aprovação de órgãos reguladores e dos acionistas da Linx.

O que a Stone tem em mente, com a aquisição, é promover inovação em soluções para varejistas digitais, que poderão melhorar a experiência de pagamentos de seus clientes e também oferecer serviços bancários com sua marca. A Stone terceirizaria esse serviço ao varejo, evitando que as empresas tenham de montar uma estrutura própria.

3 – Caixa Seguridade protocola retomada de IPO na CVM e listagem na B3

Em Fato Relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta-feira (12) a Caixa Seguridade informou que a controladora Caixa Econômica Federal protocolou perante ao órgão e à B3 o pedido de retomada do registro da oferta pública de distribuição secundária de ações ordinárias (IPO, na sigla em inglês), além de listagem da empresa no segmento Novo Mercado.

“A companhia continuará mantendo o mercado informado, nos termos da regulamentação aplicável, a respeito de qualquer decisão ou fatos adicionais relacionados à Oferta e à sua listagem no Novo Mercado“, diz a empresa na nota.

No último dia 16 de julho, a Caixa havia anunciado a retomada do processo de IPO, interrompido em março, devido à “turbulência dos mercados” causada pela pandemia do novo coronavírus. A operação estava estimada em R$ 15 bilhões.

4 – Via Varejo reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 65 mi no 2º trimestre

A Via Varejo, dona das marcas Casas Bahia, Pontofrio e Bartira, fechou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 65 milhões. O resultado reverte prejuízo líquido de R$ 162 milhões registrado no mesmo período de 2019. Entretanto, o resultado operacional foi de prejuízo líquido de R$ 176 milhões, 40,6% menor que as perdas registradas no mesmo intervalo de 2019.

De acordo com a companhia, os resultados refletem o “excelente desempenho” das vendas online, mas também a redução da alavancagem operacional provocada pela queda da receita, pelos custos fixos com o fechamento de lojas por causa da pandemia da covid-19 e pelo aumento das despesas financeiras.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 555 milhões, alta de 45,7% em um ano. Pelo critério operacional, o resultado nesta linha foi de R$ 314 milhões, alta de 76% no mesmo período atribuída também ao crescimento do e-commerce da empresa e à melhoria das margens de produtos, além da redução de despesas fixas. A margem Ebitda ajustada cresceu 4,2 pontos porcentuais, para 10,5%.

5 – BRF tem lucro líquido de R$ 307 milhões no 2º trimestre, queda de 5,5%

A BRF registrou lucro líquido de R$ 307 milhões no segundo trimestre de 2020, uma queda de 5,5% em relação ao mesmo período de 2019. Se contadas somente as operações continuadas da companhia, o lucro teve aumento de 60,8% na comparação anual.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 1,177 bilhão entre abril e junho, um recuo de 21,9% na comparação anual. No critério ajustado, o indicador ficou em R$ 1,031 bilhão, com recuo de 33,3% em relação ao segundo trimestre de 2019. Retirando os efeitos tributários, essa queda foi de 15,4%.

A receita líquida da BRF no trimestre fiou em R$ 9,104 bilhões, crescimento de 9,2% em relação ao período entre abril e junho do ano passado. O volume vendido ficou praticamente estável, em 1,083 milhão de toneladas.

*Com Estadão Conteúdo

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