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Finanças

Ibovespa acumula queda de 2,63% na semana; dólar avança 0,34%

No exterior, investidores operam diante de receios sobre inflação.

Ibovespa - bolsa de valores

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa brasileira, a B3, encerrou a sexta-feira (29) em queda. O dólar ganhou força em relação ao real. Lá fora, os investidores operaram com receios sobre inflação, enquanto no Brasil os debates fiscais seguiram a todo vapor.

O Ibovespa caiu 2,09%, aos 103.550 pontos, após oscilar entre 103.430 pontos e 105.954. Na semana, o recuo chegou a 2,63%, no encerramento do mês a queda é de 6,74%. O dólar subiu 0,41%, comercializado a R$ 5,6476. Na máxima do dia, a moeda americana atingiu o valor de R$ 5,6629. No acumulado dos cinco dias avançou 0,34%.

Fortes dados fiscais ajudaram a melhorar a reação de preço do mercado, que analisava ainda decisão do Confaz pelo congelamento do valor do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis por 90 dias.

“O mercado de pré está totalmente disfuncional. O mercado não faz mais conta, e só tem novas ondas de ‘stops’. Passou da hora de o Tesouro entrar retirando risco pré do mercado e pagando com LFT”, comentou no Twitter Roberto Motta, responsável pela mesa de derivativos da Genial Investimentos.

Destaques da B3

As ações da Marfrig e Minerva encerraram entre as principais altas do Ibovespa. O Fleury também subiu após divulgação dos resultados do terceiro trimestre. Na outra ponta, Petrobras Vale caíram em meio a divulgação de balanço. Os papéis da Usiminas também recuaram forte na esteira do balanço financeiro entre as principais baixas o pregão. Confira os destaques do dia.

Bolsas mundiais

Wall Street

Os índices S&P 500 e Nasdaq, que caíam após resultados desanimadores das empresas de megacapitalização Apple e Amazon.com, viraram e fecharam em alta. Os ganhos de Chevron e Caterpillar ajudaram no desempenho do Dow Jones.

O índice Dow Jones subiu 0,25%, a 35.819 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,19%, a 4.605 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,33%, a 15.498 pontos.

Europa

As ações europeias terminaram estáveis , com um salto em papéis do setor financeiro, impulsionado pelo aumento dos rendimentos dos títulos, compensando a fraqueza em segmentos fortes em pagamentos de dividendos e em empresas de commodities que sofreram o impacto de uma queda nos preços do petróleo e dos metais.

  • Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,16%, a 7.237,57 pontos.
  • Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,05%, a 15.688,77 pontos.
  • Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,38%, a 6.830,34 pontos.
  • Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,05%, a 26.875,96 pontos.
  • Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,35%, a 9.057,70 pontos.
  • Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,27%, a 5.732,03 pontos.

Ásia e Pacífico

As ações asiáticas caíram nesta sexta-feira, acompanhando os futuros de ações dos EUA após Apple e Amazon divulgarem resultados trimestrais abaixo das previsões, afetadas por disrupções na cadeia de suprimentos e problemas de escassez de chips.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,25%, a 28.892,69 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,70%, a 25.377,24 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,82%, a 3.547,34 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,92%, a 4.908,77 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,29%, a 2.970,68 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,32%, a 16.987,41 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,18%, a 3.198,17 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 1,44%, a 7.323,70 pontos.

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