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Empreendedorismo: 7 dicas para ter uma sociedade vencedora

Para Leonardo Castelo, presidente da aceleradora de franquias 300 Franchising, a análise do perfil do potencial sócio deve ser feita com muita atenção. Confira as dicas do empresário.

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Leonardo Castelo, CEO da 300 franchising.

A formação de uma sociedade é sempre um assunto delicado no mundo do empreendedorismo. No melhor dos cenários, ela pode dar muito certo – sem conflitos, com ótimos resultados operacionais e com ganhos financeiros para todos os envolvidos. No pior, pode dar tudo errado, com desdobramentos que incluem problemas de relacionamento, retorno abaixo do esperado e prejuízos econômicos, culminando com brigas e até disputas judiciais.

Para evitar que uma parceria que começou com um sonho acabe se tornando um pesadelo, o empreendedor precisa tomar alguns cuidados. Para o empresário Leonardo Castelo, presidente da aceleradora de franquias 300 Franchising, a análise do perfil do potencial sócio deve ser feita com muita atenção. “A gente tem que evitar errar na escolha das pessoas. Não existe pessoa ruim. Existe pessoa errada no momento errado, pessoa errada na empresa errada. Ou seja, são ‘pessoas erradas’ por não acreditarem nas mesmas coisas e nos mesmos valores que os sócios”, explica.

Castelo enviou sete dicas ao Investnew para ajudar empreendedores que buscam uma sociedade de sucesso. Confira abaixo:

Alinhamento de propósito e valores

Não é problema os sócios terem visões diferentes sobre o negócio. “O importante é ambos olharem para o mesmo lado. Os sócios precisam estar alinhados em relação a propósitos e valores como velocidade, humildade e resiliência, essenciais para o desenvolvimento e amadurecimento de um empreendimento”, explicou Castelo.

Definição clara de responsabilidades, direitos e deveres

O acordo dos acionistas e o contrato social devem ter informações claras e objetivas sobre os direitos e deveres das partes envolvidas na sociedade. “Não é perda de tempo, é investir tempo”, comenta Castelo. “O Abílio Diniz tem uma frase: ‘prefiro brigar antes de assinar um contrato do que brigar depois’. E faz todo sentido”, avaliou.

Alinhamento de expectativas

Além das questões formais, os sócios também precisam estar de acordo em relação ao que esperam um do outro, em aspectos como previsão de resultados, expansão do negócio, capacidade de investimento financeiro, dentre outros.

Complementariedade

Sócios que têm competências diferentes e complementares somam mais ao negócio do que sócios com características semelhantes. “Todo empresário tem de ter visão estratégica”, explica Castelo. “É importante que um sócio tenha sua própria visão estratégica e seja melhor do que o outro em algum aspecto. Não adianta entrar em uma sociedade se, do lado de lá, o sócio tem o mesmo tipo de visão que a sua”.

Alinhamento comportamental

Parceiros de negócios têm de estar alinhados em relação ao comportamento que esperam de quem está do outro lado. Neste aspecto, ganham importância temas como dedicação de tempo ao negócio e modo de comunicação e relacionamento interpessoal. “São essas variáveis que, no longo prazo, fazem com que se construa uma relação equilibrada”, diz Castelo.

Admiração recíproca

Uma relação entre sócios funciona melhor quando os componentes de uma sociedade nutrem admiração um pelo outro. Com isso, eventuais erros são melhor entendidos como parte do processo de amadurecimento do negócio, sem que as relações sejam estremecidas. “Ninguém joga na cara quando o outro erra. Toda vez que se erra é tentando acertar”, comenta Castelo. “A gente faz muito teste rápido. E mais erra do que acerta. A cada 10 erros, temos um acerto. Mas, quando algo dá certo, você já sabe as outras nove coisas que não dão certo. E fica mais fácil para corrigir rumos.”

Contratação de pessoas alinhadas com os mesmos propósitos

Não adianta os sócios estarem plenamente alinhados em todos os aspectos se as pessoas que formarão as equipes de trabalho não estiverem também alinhadas, o que pode acaba acabar, inclusive, desgastando a relação. “Devemos contratar pessoas que estejam alinhadas com o nosso propósito e os nossos sonhos”, argumenta o CEO da 300 Franchising. “A coisa mais errada que pode acontecer é, depois de 60 dias na equipe, a pessoa dizer que não acredita no projeto ou não acredita no mesmo sonho dos empreendedores”, conclui.

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