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Finanças

Alliar fecha em alta de 22%; Méliuz sobe 10% após banco elevar recomendações

Alliar disparou em meio a notícia de que o investidor Nelson Tanure deve assumir o controle da empresa.

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em

MELIUZ

A ação CASH3 encerrou na liderança das altas do Ibovespa nesta quinta-feira (18).

A valorização teve como pano de fundo a mudança de recomendação e preço-alvo dos papéis da Méliuz pelo Bank of America (BofA).

Entre as principais quedas do pregão ficaram as ações das siderúrgicas Usiminas e CSN.

A JBS, que anunciou investimentos no mercado de proteína cultivada, e a Hypera, que informou a venda de produtos da Colômbia e México para a Eurofarma, subiram.

Fora do Ibovespa, a Alliar disparou em meio a notícia de que o investidor Nelson Tanure deve assumir o controle da empresa.

Confira os destaques registrados no dia.

Méliuz

As ações da Méliuz (CASH3) subiram 10,22%, para R$ 4,10%, entre as principais altas do Ibovespa. O Bank of America (BofA) divulgou relatório elevando a recomendação para os papéis da companhia de neutra para compra e o preço-alvo de R$ 7,20 para R$ 9. Os analistas do banco afirmaram que a empresa passou de 140 funcionários, em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), para 800 em 21 de setembro, além de 400 fusões e aquisições.

“Acreditamos que esta rápida expansão traz diversos desafios principalmente relacionados à sua cultura. Porém, a maior parte da expansão já aconteceu e hoje vários de seus novos funcionários estão trabalhando em novos produtos que ainda não geram receita”, explicou o banco ao justificar as mudanças de recomendação.

JBS

A JBS (JBSS3) avançou 2,70%, para R$ 37,33. A empresa anunciou um acordo para aquisição do controle da sociedade da empresa espanhola BioTech Foods. A operação marca o ingresso da companhia no mercado de proteína cultivada, que consiste na produção de alimentos a partir de células animais, a chamada “carne de laboratório”.   

Além disso inclui o investimento de US$ 41 milhões na  construção de  uma  nova  unidade  fabril  na  Espanha  para  dar  escala  à produção.

Em comunicado, a JBS informou que a BioTech Foods, fundada em 2017, é uma das líderes no desenvolvimento de biotecnologia para a produção de proteína cultivada.

Pelos termos da operação, a JBS se tornará a acionista majoritária da BioTech Foods, mas a transação ainda precisa de confirmação da  autoridade de investimento estrangeiro na Espanha.

A JBS também anunciou a implantação do primeiro Centro de Pesquisa & Desenvolvimento(P&D) em  Biotecnologia  de  Alimentos  e de  Proteína Cultivada no Brasil.

Com o investimento  no  Centro  de  Pesquisa , previsto  para  ser  inaugurado  em  2022,  a  JBS  pretende  desenvolver  novas técnicas que acelerem os ganhos de escala e reduzam os custos de produção da proteína cultivada, antecipando sua comercialização no mercado.

No total, a JBS destinará US$ 100 milhões às duas iniciativas (na Espanha e no Brasil), que “estão em linha com a estratégia da companhia de ampliar a sua plataforma de novas formas de produção de  proteína,  como  reflexo  das  novas  tendências  de  consumo  e  do crescimento populacional esperado nas próximas décadas”

Para a Ativa Investimentos, a notícia reforça a aposta da companhia em produtos sem proteína animal, com objetivo de reduzir a pegada de carbono

Hypera

A Hypera (HYPE3) desacelerou e encerrou em alta de 0,90%, para R$ 29,02. A empresa comunicou que firmou contrato com a Eurofarma para a venda do portfólio de produtos farmacêuticos isentos de prescrição e de prescrição na Colômbia e México pelo  valor total de US$ 51,6 milhões. Em nota, a companhia informou que a operação  está  alinhada  com  a  estratégia  da  companhia  de  focar  no  mercado  farmacêutico brasileiro.

Siderúrgicas

No topo das quedas do dia, a Usiminas (USIM5) recuou 5,70%, para R$ 12,08, enquanto a CSN (CSNA3) caiu 5,35, para R$ 19,81. No mesmo setor, a Gerdau (GGBR4) teve baixa de 4,11%, para R$ 24,28. A mineradora Vale (VALE3) também perdeu 4,11% negociada a R$ 62,33

Alliar

Fora do Ibovespa, a Alliar (AALR3) disparou 22,54%, para R$ 15,17 depois que uma fonte informou à Reuters que o investidor Nelson Tanure chegou a um acordo preliminar com os acionistas controladores da empresa para assumir o controle da empresa de diagnósticos médicos. Tanure propôs pagar R$ 20,50 por ação, acrescentou essa pessoa, mais de 65% acima do preço de fechamento do papel na quarta-feira.

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