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Finanças

Bolsa fecha aos 118 mil pontos e dólar termina semana em queda

Ibovespa subiu com ajuda do forte avanço das ações da Vale, beneficiada pela alta do minério de ferro.

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Ibovespa, principal indicador da B3, terminou a semana em alta, beneficiada pelo forte avanço da Vale. A bolsa acompanhou o otimismo no exterior após a divulgação de dados positivos da China, reduzindo temores de uma desaceleração da economia mundial.

A bolsa brasileira subiu 1,52%, a 118.478 pontos. Mais cedo, o índice chegou a se aproximar dos 118 mil pontos. Já o dólar comercial fechou em queda de 0,63%, perto do mesmo horário, negociado a R$ 4,1648 no mercado interbancário.

No cenário externo, investidores acompanharam a divulgação do Produto Interno Bruto da China (PIB), pela Agência Nacional de Estatísticas do país. Em 2019, o país asiático apresentou um crescimento de 6,1%.

Com resultados acima do previsto na China, as commodities reagiram com valorização, puxando as principais ações da B3 para cima. Fprte exportadora do minério de ferro, a mineradora Vale liderou a lista das maiores variações, com alta acima de 3%.

Ontem, a Vale confirmou a interrupção das operações de uma barragem de rejeitos na mina de Esperança, que pode processar cerca de 1,2 milhão de toneladas de minério por ano – a interrupção decorre da necessidade de avaliação técnica e de obras para reforço da segurança.

Entre os bancos, destaque para alta de 1,35% na ação do Banco do Brasil ON, com a do Bradesco PN apontando ganho de 2,34% e a Unit do Santander, de 1,92%, no fechamento – no mês, ainda acumulam perdas, respectivamente, de 5,11%, de 1,95% e de 2,76%.

Mesmo com os fortes ganhos nos mercados em Nova York, o Ibovespa tem passado por instabilidade nos últimos dias. Na véspera, enquanto lá fora os índices renovaram recordes, a Bolsa brasileira subiu.

Isso porque recentes indicadores econômicos internos têm reforçado que a retomada prossegue mais lenta que a esperada, elevando incertezas sobre o ritmo do juro básico no Brasil.

Dólar

Para o Itaú Unibanco, que tem como economista-chefe o ex-diretor do Banco Central, Mario Mesquita, a decepção com os dados de atividade fez com que a moeda brasileira voltasse ao patamar de R$ 4,15.

“No curto prazo, os movimentos da moeda brasileira devem continuar relacionados à perspectiva de recuperação da economia”, afirma o banco nesta sexta-feira. O banco segue com a aposta de que haverá mais cortes na taxa básica de juros, a Selic, que deve terminar o ano em 4%.

O Itaú manteve a previsão para o dólar em R$ 4,15 para o final deste ano e de 2021. A aceleração do Produto Interno Bruto (PIB) pode contribuir para a depreciação do real, observa o relatório, na medida em que deve atrair recursos externos. “Contudo, reconhecemos que não temos observado, por ora, esse fluxo relacionado ao aquecimento da atividade.”

*Com informações do Estadão Conteúdo.

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