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5 fatos para hoje: acordo da Telefônica, auxílio sem longas filas e novo BEm

A dona da marca Vivo informou que assinou acordo vinculante com a administradora de programas de fidelidade Dotz.

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Telefônica
Logotipo da Telefonica em frente aos escritórios da companhia em Bogotá, Colômbia. 28/5/2019. REUTERS/Luisa Gonzalez

1 – Telefônica Brasil faz acordo para ter fatia minoritária na Dotz

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo (VIVT3), informou nesta quinta-feira (25) que assinou acordo vinculante com a administradora de programas de fidelidade Dotz.

Pelo acertado, a Telefônica Brasil terá o direito de receber de alguns acionistas uma fatia minoritária da Dotz, a depender do atingimento de metas acordadas.

O anúncio ocorre pouco mais de um mês após a Dotz, que opera programas de recompensas em parceria com emissores de cartão de crédito, supermercados e farmácias, ter pedido registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

2 – Presidente da Caixa promete nova rodada de auxílio sem longas filas

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, prometeu nesta quinta-feira (25) o pagamento da nova rodada de auxílio emergencial sem repetir as longas filas observadas no ano passado, quando a ajuda aos vulneráveis foi implementada pela primeira vez. Segundo ele, “em breve” o presidente da República, Jair Bolsonaro, irá anunciar o calendário da próxima fase do auxílio.

A ajuda já foi recriada por meio de Medida Provisória, com vigência imediata. Mas, apesar do agravamento da doença no Brasil, os pagamentos só começarão em abril.

Guimarães destacou que a bancarização dos beneficiários na primeira rodada vai ajudar na operação da nova rodada.

Segundo o presidente da Caixa, cerca de 20 milhões de pessoas dos 45 milhões de beneficiários não precisarão ir às agências do banco para sacar o dinheiro.

3 – Crédito para novo BEm deve ser de até R$ 9 bi

O Ministério da Economia quer limitar em até R$ 9 bilhões o valor do crédito extraordinário para a abertura de uma nova rodada do benefício emergencial (BEm), pago a trabalhadores que fizeram novos acordos para redução de jornada e salário ou suspensão de contratos.

Entre editar uma Medida Provisória (MP) com crédito extraordinário para o pagamento do benefício e acionar o “botão” do estado de calamidade, a equipe econômica prefere a primeira opção para não dar um “cheque em branco” de aumento do endividamento público nessa nova fase da pandemia.

O governo ainda não bateu o martelo do valor do crédito extraordinário, mas estima que a nova rodada de reduções de jornada e salário ou suspensões de contrato deva alcançar entre 2,7 milhões e 3 milhões de trabalhadores com custo entre R$ 5,8 bilhões e R$ 6,5 bilhões.

4 – Governo simplifica regras do Proex de olho em OCDE

A Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, informou nesta quinta-feira (25) a alteração de diretrizes e condições para concessão de financiamento de exportação de bens ou serviços no Programa de Financiamento às Exportações (Proex), mudanças que, segundo a pasta, facilitam a adesão do Brasil à OCDE.

A ideia é simplificar e modernizar as normas do programa, aproximando a prática brasileira da internacional, segundo nota publicada no site do Ministério da Economia.

A Camex revogou parte dos regulamentos anteriores sobre os critérios para financiamento e definiu regras de elegibilidade, prazos e ações de monitoramento aplicáveis às operações de equalização de taxas de juros e de financiamentos das exportações pelo Proex.

O novo texto entram em vigor em 1º de abril.

5 – Empresários anunciam doação de 10 mi de vacinas, mas querem aval a uso privado

Os empresários Luciano Hang, dono da varejista Havan, e Carlos Wizard, da holding Sforza, estiveram nesta quinta-feira (25) com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e anunciaram a intenção de doar 10 milhões de doses da vacina contra a covid-19 para o SUS. Por trás do gesto, no entanto, está o desejo dos empresários de poder comprar imunizantes para aplicar em seus funcionários, sem seguir a ordem de priorização estipulada no Plano Nacional de Imunização (PNI).

O Congresso Nacional aprovou uma lei determinando que todas as doses adquiridas pelo setor privado sejam doadas ao SUS. Hang e Wizard, porém, lideram um grupo que lançou abaixo-assinado para pressionar por uma mudança na lei para permitir o uso particular das doses, sem contrapartida ao sistema público de saúde. A Justiça Federal derrubou obrigatoriedade de doação ao SUS de vacinas compradas por entidades privadas.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se posicionou contra a possibilidade de empresas anteciparem a imunização de seus funcionários.

* Com Reuters e Estadão Conteúdo

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