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Ficou Sabendo? Ambev compra 150 caminhões elétricos; o pulo da Azul e Vale

Objetivo da companhia é ter metade da sua frota composta por caminhões elétricos até 2025.

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InvestNews
Ambev
Foto: Divulgação

Ambev compra 150 caminhões elétricos

A fabricante de bebidas Ambev (ABEV3) anunciou nesta quinta-feira (7) a compra de 150 caminhões elétricos da fabricante chinesa JAC Motors.

Segundo comunicado, os veículos serão entregues até o fim do ano e se somam a 100 caminhões elétricos encomendados pela empresa junto à Volkswagen. No total, a frota de caminhões elétricos da Ambev soma 250 veículos em cerca de 20 cidades do país.

As compras fazem parte da meta da Ambev de ter metade da frota dedicada composta por caminhões elétricos até 2025. Para abastecer esses veículos, a companhia implantará postos de recarga em alguns de seus centros logísticos.

Para abastecer os pontos de recarga, a Ambev afirmou que usará 100% da eletricidade comprada de fontes renováveis. Além disso, planeja reduzir em 25% as emissões de carbono em toda a cadeia até 2025.

Tráfego de passageiros da Azul mais do que dobra em setembro

A companhia aérea Azul (AZUL4) anunciou nesta quinta-feira que o tráfego de passageiros em seus voos em setembro foi 120,1% maior do que um ano antes. Na comparação com setembro de 2019, quando o país ainda não tinha sido atingido pela pandemia da Covid-19, houve queda de 10,6%.

Considerando apenas os voos domésticos, a demanda por assentos em voos da Azul no mês passado cresceu 125,6% sobre um ano antes. Sobre setembro de 2019, houve alta de 8,7%.

Nos voos internacionais, a demanda em setembro foi 53,6% maior, mas caiu 78,5% contra o mesmo mês de 2019.

A taxa total de ocupação de aeronaves em voos da Azul em setembro foi de 79,4%, queda de 0,8 ponto percentual contra um ano antes e de 3,9 pontos ante setembro de 2019.

Vale não vê cisão de unidade de metais básicos no curto prazo

O presidente-executivo da mineradora Vale (VALE3) disse nesta quinta-feira que a empresa não está olhando para um “spin-off” (cisão) no curto prazo da unidade de metais básicos, e a empresa disse mais tarde que a unidade precisa ser “transformada” antes que o plano de longa data possa ser executado.

“Ainda não estamos falando de uma cisão. O problema aqui é o tamanho do negócio”, disse Eduardo Bartolomeo, CEO da Vale durante o Financial Times ‘Mining Summit.

Bartolomeo disse que parte do problema é o valor do negócio, afirmando que ele gera US$ 3,5 bilhões em receita por ano, o que colocaria o valor de venda em “mais ou menos US$ 25 bilhões”.

Para chegar a uma cisão, “o negócio ainda precisa ser ajustado e transformado, passando por um remodelamento interno, incluindo o crescimento do cobre no Brasil e melhorias em Sudbury (Canadá)”, disse a Vale em comunicado após o evento.

A Vale, uma das maiores produtoras de minério de ferro do mundo, ainda enfrenta as consequências do rompimento de uma barragem em 2019, que matou 270 pessoas na cidade de Brumadinho.

*Com informações da Reuters

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