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Vibra Energia cria joint venture com Copersucar para comercialização de etanol

Segundo fato relevante divulgado pela companhia, a Vibra irá adquirir da Copersucar ações representativas de 49,99% do capital social da ECE.

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Reuters
imagem decorativa sobre a Vibra Energia
Frentista abastece carro com etanol em posto de bandeira Petrobras no Rio de Janeiro (RJ) 30/04/2008 REUTERS/Sergio Moraes

A Vibra Energia (BRDT3), antiga BR Distribuidora, anunciou nesta segunda-feira (30) que celebrou acordo com a Copersucar para a formação de uma joint venture que atuará como comercializadora de etanol (ECE), com estrutura de gestão independente.

Segundo fato relevante divulgado pela companhia, a Vibra Energia irá adquirir da Copersucar ações representativas de 49,99% do capital social da ECE por R$ 4,99 milhões, enquanto a empresa do setor sucroalcooleiro manterá fatia de 50,01%.

Após as devidas aprovações da operação pelas autoridades competentes, as acionistas irão aportar na nova sociedade mais R$ 440 milhões para a entrada em operação da nova empresa.

“Com a entrada em operação da JV, esta passará a ser a responsável por adquirir o volume demandado pela Vibra, bem como por escoar a produção das usinas da cooperativa”, disse a Vibra.

“Com isto, entendemos que os volumes totais de comercialização esperados para a JV a tornarão a maior comercializadora de etanol do Brasil e uma das maiores do mundo.”

Atualmente, a Vibra movimenta entre 6 bilhões e 6,5 bilhões de litros de etanol, em sua atividade de distribuição. Já a Copersucar é uma sociedade responsável por comercializar entre 4,5 bilhões e 5 bilhões de litros do biocombustível produzidos pelas usinas vinculadas à cooperativa.

A ECE será livre para comprar etanol no mercado e não somente das usinas da Copersucar, bem como poderá vender etanol para outros clientes além da Vibra, incluindo outras distribuidoras, de modo a aumentar a sua capilaridade e abrangência no mercado de etanol, pontuou o comunicado.

“A formação da nova comercializadora de etanol deverá gerar ganhos de escala que viabilizarão maior competitividade e diversos tipos de sinergias nas operações, através de melhores controles operacionais, maior capacidade de carregos de estoque, monitoramento constante e visão ampla de todos os processos da cadeia em tempo real, entre outros.”

A Vibra ainda disse que a iniciativa está alinhada com a pauta ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em inglês) da companhia, uma vez que a JV deve desempenhar papel relevante no apoio à transição energética e à descarbonização da frota nacional de veículos leves.

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