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Análise

Morning Call: Ibovespa, o viés é negativo, porém ainda não é dramático

Os principais fatos que podem impactar os mercados hoje e uma breve análise do índice Bovespa.

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Destaques:

  • Os investidores ainda estão atentos aos novos casos de coronavírus pelo mundo e as ameaças que isso representa para uma retomada rápida da atividade econômica;
  • Porém, os índices futuros nos EUA indicam que poderá ser um dia mais tranquilo, com as ações do setor de tecnologia novamente puxando as altas das bolsas americanas, pois são favorecidas com possíveis medidas de restrições que mantêm as pessoas por mais tempo em casa;
  • As bolsas europeias seguem Nova York e também são puxadas pelos dados de PMIs industriais, acima das expectativas;
  • Há instantes, o Dow Jones futuro subia 0,86%; Frankfurt (+1,60%); Londres (+2,30%); Paris (+1,80%).  

Cenário global e bolsa brasileira ontem:

  • As bolsas em NY renovaram máximas no final do pregão, puxadas pelas empresas de tecnologia, apesar das incertezas sobre os riscos de uma segunda onda da Covid e efeitos negativos para a recuperação da economia global;
  • O presidente do Fed voltou a alertar da necessidade de novos estímulos fiscais para acelerar o ritmo da recuperação nos EUA, porém os interesses políticos de democratas e republicanos impedem um acordo em meio à campanha eleitoral de Donald Trump;
  • No Brasil, o mercado acompanhou, mas não reagiu ao discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia da ONU, porque ele reforçou que é um democrata, se preocupa com o meio ambiente, com direitos humanos e é cristão;
  • A ata do Copom veio melhor que o comunicado, ao evidenciar melhor os fatores necessários para manter a Selic em 2%;
  • A melhora em NY ajudou o Ibovespa a sair do vermelho e recuperar os 97 mil pontos perdidos na véspera, fechando em alta de 0,31%, a 97.293,54 pontos, com volume financeiro abaixo da média, R$ 20,1 bilhões, mostrando falta de força neste nível;

Análise Gráfica – IBOV:

  • No gráfico diário, o índice Bovespa segue testando a média móvel de longo prazo (200 períodos), após romper abaixo dá média de 21 períodos e da linha de tendência de alta que vinha de um longo percurso iniciado em março;  
  • O viés é negativo, porém não é dramático. Se trata de uma correção já esperada, após subir mais de 68% em quatro meses. O importante agora é conseguir se manter próximo das médias móveis para buscar fôlego em um cenário mais favorável;  
  • Suporte: 95.000
  • Resistência: 100.000 (média móvel de 21 períodos)
Indicadores
Brasil:
Fluxo cambial semanal 
IPCA-15 (setembro) (IBGE)
IPC-S Q3 (FGV)
Confiança do Consumidor (setembro) (FGV)
Sondagem da Indústria da Construção (CNI)
EUA:
Estoques de petróleo (DoE)
Índice de pedidos de hipotecas / preço dos imóveis 
PMI Composto (Markit)
Europa:
Alemanha: Índice de confiança do consumidor / PMI Composto (Markit)
Reino Unido: PMI Composto (Markit) 
Zona do Euro: PMI Composto (Markit) 

* Esse é um conteúdo de análise de um especialista de investimentos da Easynvest, sem cunho jornalístico. 

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