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5 investimentos para fazer antes de viajar

Para quem ainda não tem o valor reservado para as férias deste ano, a opção é se preparar para as férias de 2022.

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A pandemia deixou por um longo tempo aeroportos parados, aviões estacionados, hotéis e locais turísticos vazios. Agora, aqueles que já tomaram as duas doses da vacina têm um mundo de possibilidades à frente – apesar de cada país ter diferentes exigências de entrada. Só que ainda assim há um impeditivo para muitos que desejam fazer as malas: o custo.

Os preços das passagens aéreas dispararam 57% em um ano. Já o aumento da hospedagem teve um aumento menor – de até 3%. Para alugar um veículo hoje paga-se em média 26% a mais do que 12 meses antes. O mesmo acontece com alimentação fora de casa: alta de mais de 7%. E tanto transporte por aplicativo como pacotes turísticos subiram 14% em igual período.

A questão é que a inflação superou os 10% de alta em 12 meses, somado a um prejuízo gigante que as empresas do setor de turismo sofreram de 2020 para cá. Então tanto companhias aéreas, como hotéis, pousadas, resorts, empresas de aluguel de carros, restaurantes, estão reajustando seus preços para recompor as receitas perdidas.

E é claro que os custos também estão mais altos para essas empresas que acabam por repassar essa alta pro consumidor. Um exemplo é o preço do querosene usado no abastecimento dos aviões: o item subiu mais de 91% no segundo trimestre deste ano em comparação a igual período do ano passado.

Quanto custa viajar?

Segundo levantamento da plataforma de viagens “Quanto custa viajar”, os cinco destinos mais buscados por brasileiros no mundo, são: Orlando, Londres, Paris, Montevidéu e Buenos Aires. Para ter uma ideia do custo médio diário por pessoa para qualquer um destes países, foi levado em consideração os custos com acomodação, um número pré-determinado de atrações, transporte e alimentação – mas sem incluir a passagem aérea.

De acordo com a estimativa da plataforma, viajar para a Disney (EUA) fica mais caro do que os outros quatro destinos levantados. Isso porque o preço dos ingressos para entrada nos parques encarece bem: gasta-se em média R$ 600 por dia por pessoa. Então quando levado em consideração a soma de todos os custos (com exceção da passagem aérea), a média diária por pessoa é de R$ 890.  

Londres e Paris vêm na segunda e terceira posição, já que o custo médio diário é de R$ 570 por dia para conhecer cada país. Em Montevidéu gasta-se cerca de R$ 320 por pessoa, e Buenos Aires, R$ 200 reais por pessoa (também não inclui gastos com passagem aérea).

Se for incluído nessa média o custo com passagens aéreas, ir à Disney não sairia por menos R$ 10 mil por pessoa em um pacote de sete dias. Já no caso de Paris e Londres, gastaria pelo menos oito mil e quinhentos reais – incluindo passagem – também durante sete dias.

Como se preparar financeiramente?

Para quem ainda não tem o valor reservado para as férias já de 2021, a opção é se preparar para as férias do ano que vem. E escolher os melhores investimentos de curto prazo é uma boa maneira de proteger o dinheiro da inflação e ainda da variação cambial.

Os títulos do Tesouro Direto que pagam o IPCA (que é o índice que mede a inflação) mais um prêmio são uma boa pedida, de preferência cujo vencimento seja próximo à data da viagem. A questão é que hoje o título mais curto disponível nessa modalidade é o IPCA+2026. Ele está remunerando o IPCA mais 5,19%.

Já os CDBs de liquidez diária que remuneram 200% do CDI, por exemplo, são apontados por analistas como uma boa opção. Com a Selic nos 7,75%, essa modalidade teria um retorno real (descontada a inflação e o Imposto de Renda) de 5,35% em um ano (e nominal de 15,1%).

Existe também as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) a LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) de curto prazo (entre um e dois anos) que não têm incidência de Imposto de Renda.

Outra possibilidade são os fundos cambiais, já que o objetivo é proteger da variação de uma moeda (seja dólar ou euro). Só que essa variação tanto pode ser positiva como negativada modalidade. Isso porque a aposta desse investimento é justamente na variação da cotação de uma moeda.

Nesse tipo de ativo é preciso considerara as taxas cobradas pela gestão do fundo mais impostos, como IR e IOF. Até 180 dias de aplicação a taxa a ser paga ao governo sobre o rendimento será de 22,5%. Acima desse período a taxa será de 20%. Além disso tem a questão da liquidez – que define quando você pode ter o dinheiro nas mãos caso solicite o resgate.

E tem a antiga e famosa forma de ir comprando dólar aos poucos. Analistas não indicam comprar uma grande quantia da moeda americana em um único dia, mas sim, aos poucos – conforme o câmbio for se mostrando mais atrativo. Dessa forma é feito um preço médio que acaba por ser vantajoso conforme for comprado mais dólares.

Analistas indicam comprar R$ 500 reais em um dia, R$ 1 mil em outro, e por aí vai.  

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Este conteúdo é de cunho jornalístico e informativo e não deve ser considerado como oferta, recomendação ou orientação de compra ou venda de ativos.

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