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Ficou sabendo? Novo ETF BTEK11; prévia do Ibovespa e Eletrobras

ETF investe em 196 empresas de biotecnologia dos Estados Unidos.

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ETF de empresas de biotecnologia estreia na B3

Um ETF (fundo de índice), focado em empresas de biotecnologia, começou a ser negociado na B3 nesta quinta-feira (16).

É o BTEK11 que oferece ao investidor exposição a 196 empresas do setor de biotecnologia americano. Entre estas: Moderna, Regeneron, Dynavax, Ultragenyx e outras companhias envolvidas no desenvolvimento de vacinas e medicamentos.

O ETF BTEK11 vai investir em cotas de outro ETF, o SPDR S&P Biotech ETF (XBI), lançado na Bolsa de Nova York em 2006 pela gestora State Street.

 O ETF XBI por sua vez replica o índice S&P Biotechnology Select Industry, que reúne empresas americanas de biotecnologia.

Segundo a gestora Investo, responsável pelo ETF BTEK11, o setor de biotecnologia principalmente no nicho de healthcare possui empresas com potenciais de valorização exponencial em um curto espaço de tempo. “Ao descobrir uma nova vacina, remédio ou tratamento, essas empresas valorizam de centavos à milhares dólares por ação da noite para o dia”, afirmou a Investo em nota.

A taxa de administração do ETF BTEK11 é de 0,48% ao ano. Somada a taxa do fundo de índice alvo, o investidor desembolsará 0,83% ao ano pelo ativo.

No seu primeiro dia de negociação da B3, o ETF BTEK11 fechou em alta de 2,80%, com o preço da cota em R$ 102,80.

B3 divulga a segunda prévia do Ibovespa

A B3 divulgou nesta quinta-feira (16) a segunda prévia do Índice Bovespa B3 que vai vigorar de 03 de janeiro de 2022 até 29 de abril de 2022.

A prévia registra a entrada de Positivo Tec (POSI3) e CSN Mineração (CMIN3), totalizando 92 ativos de 88 empresas.

Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (14,787%), Petrobras PN (6,476%), Itaú Unibanco PN (5,023%), Bradesco PN (4,573%) e Petrobras ON (4,172%).

Governo mantém cronograma para privatização da Eletrobras

O governo manteve a previsão de realizar a capitalização da Eletrobras (ELET6) antes de junho de 2022, apoiado na decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que permitiu a continuidade dos estudos para a privatização, disseram integrantes do governo nesta quinta-feira.

O secretário especial do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, minimizou os impactos do pedido de vistas do ministro do TCU Vital do Rêgo, que adiou a análise do caso no tribunal para 2022.

Segundo ele, o aval do TCU para que o governo prossiga com as próximas etapas do processo foi uma “grande vitória e um grande reconhecimento” do trabalho do governo.

“Seguimos bem, tudo está bem”, disse ele em coletiva de imprensa transmitida pela internet, após reunião deliberativa do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI).

A secretária executiva do Ministério de Minas e Energia (MME), Marisete Pereira, observou que o único impedimento ao processo está relacionado à assinatura dos contratos de concessão pela Eletrobras. Isso só poderá ocorrer após o aval do TCU, que voltará a analisar o processo em 2022, disse ela na coletiva.

Ela acrescentou que a pasta está trabalhando para que a oferta seja realizada no primeiro quadrimestre do ano que vem.

*Com informações da Reuters

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