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Lucro da Vibra dispara 78,5% no 3º tri

O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado atingiu R$ 1,185 bilhão, ganhos de 42,1% na comparação anual e de 16,4% na trimestral.

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Logo da BR Distribuidora em posto de combustíveis em Natal (RN) 19/11/2018 REUTERS/Paulo Whitaker

A Vibra (BRDT3), maior distribuidora de combustíveis do Brasil, teve lucro líquido de R$ 598 milhões, crescimento de 78,5% na comparação com o mesmo período do ano passado e também um ganho de 56,5% ante o trimestre anterior, informou a empresa na noite de segunda-feira (15), citando melhora nos volumes e margens.

O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado atingiu R$ 1,185 bilhão, ganhos de 42,1% na comparação anual e de 16,4% na trimestral.

A Vibra destacou crescimento de 16,6% do volume vendido na comparação trimestral, para 10,3 bilhões de litros, “reflexo das maiores vendas de óleo combustível (+77%), querosene de aviação (+40%), ciclo otto (+8%) e diesel (+12%)”.

“O terceiro trimestre de 2021 foi marcado por expressiva recuperação de volumes de vendas após o 2T21 ter sofrido forte influência da redução da mobilidade e das atividades econômicas durante a segunda onda da pandemia da Covid-19”, disse a Vibra.

“Além desta substancial expansão da demanda observada em todos os segmentos (rede de postos, B2B e aviação), conseguimos, ao mesmo tempo, continuar nossa trajetória de consistente e gradual expansão de market share em todos esses segmentos, com uma evolução também positiva das margens de comercialização em cada um deles”, completou.

Na comparação anual, o aumento das vendas foi de 9% no volume, com destaques para maiores vendas no diesel (+7%), ciclo otto (+6%), óleo combustível (+231%, venda para térmicas) e combustíveis de aviação (+108%).

Com isso, a participação de mercado fechou o trimestre com 29,1%, aumento de 1,5 ponto percentual na comparação trimestral, com ganhos em óleo combustível, combustíveis de aviação e diesel.

A rede de postos teve uma variação líquida positiva de 51 no trimestre e de 270 postos, considerando os últimos 12 meses.

Já o endividamento líquido somou R$ 8,2 bilhões, aumento de R$ 1,5 bilhão devido ao pagamento de R$ 1,1 bilhão aos acionistas sob a forma de dividendos e JSCP no terceiro trimestre.

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