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Finanças

Azul e Eztec caem forte; EDP fecha em alta de 2%

A Petrobras, que encerrou o pregão da véspera com valorização liderando as altas do Ibovespa, seguia estável.

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Avião da Azul no aeroporto internacional de Guarulhos (SP) 11/07/2018 REUTERS/Leonardo Benassatto

Em dia negativo para o mercado financeiro com baixas em praticamente todos os setores, as ações da EDP terminaram a terça-feira (26) liderando as altas do pregão.

Na outra ponta, a Azul (AZUL4) ocupou o topo da lista das principais quedas, ao recuar 8,38%, seguida da Eztec (EZTC3), que teve uma perda de 7,64%, acompanhando a perfomance negativa das ações de empresas ligadas ao mercado doméstico.

A Petrobras, que encerrou o pregão da véspera com valorização liderando as altas do indicador, também caiu.

As siderúrgicas CSN e Usiminas recuaram, assim como a Gol. Veja os destaques do dia:

EDP e Braskem

A empresa de energia EDP (ENBR3) subiu 2,23%, negociada a R$ 19,67. A companhia registrou lucro liquido 70,3% maior no terceiro trimestre deste ano, para R$ 510,5 milhões. Já a receita líquida avançou 65%, para R$ 5,17 bilhões. Veja mais informações sobre o balanço no Flash desta terça-feira.

Neonergia

A elétrica Neoenergia (NEOE3) fechou estável, negociada a R$ 15,49. A companhia registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, alta de 57% ante o mesmo período do ano passado. A receita também subiu 53,5%, para R$ 12, 2 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) avançou 62%, para R$ 2,9 bilhões.

Para a equipe do Credit Suisse, a companhia reportou fortes resultados regulatórios em uma base anual e em comparação às previsões do banco de investimento, beneficiada pela recuperação econômica, “que suportou volumes robustos e índice de inadimplência normalizado, enquanto também foi impulsionada por ajustes tarifários positivos”.

Petrobras

Os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) caíram 0,96%, negociados a R$ 28,76. Na véspera, as ações preferenciais da estatal fecharam em alta de 6,84%, negociadas a R$ 29,04, liderando as altas do Ibovespa. Além do avanço no preço dos combustíveis anunciado pela estatal – de 9,15% para o diesel e de 7,05% para a gasolina – o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda, em entrevista à rádio Caçula FM, de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, que a privatização da Petrobras “entrou no radar” do governo. Os dois fatores contribuíram para o avanço nas ações.

A petroleira também informou nesta segunda-feira (25) que questionou o governo, por meio do Ministério da Economia, sobre a existência ou não de estudos para privatização da companhia.

Em relatório, analistas do BTG Pactual afirmaram que a privatização da companhia “é um sonho distante neste momento”.

“Os rumores vieram a público não muito tempo depois que a Petrobras anunciou um aumento médio de 8% para os preços dos combustíveis. Não vemos isso como mera coincidência e acreditamos que o governo pode estar, mais uma vez, tentando convencer a sociedade de que o ônus da fixação dos preços dos combustíveis não deve estar sujeito à vontade, mas sim estabelecido sob uma dinâmica de preços de mercado e que uma Petrobras privatizada seria de melhor interesse do país”, disseram os analistas Pedro Soares, Thiago Duarte e Daniel Guardiola.

Siderúrgicas e Vale

A CSN (CSNA3) despencava 6,40%, para R$ 24,43, a Usiminas (USIM5) recuou 3,13%, para R$ 14,22, na contramão, a Gerdau (GGBR4) avançou 0,32%, para R$ 28,05. A Vale (VALE3) caiu 1,06%, para R$ 76,18.

Gol

As ações da Gol Linhas Aéreas (GOLL4) despencaram 5,93%, negociadas a R$ 16,18. A companhia anunciou nesta terça-feira (26) que concluiu o refinanciamento de sua dívida bancária de curto prazo de R$ 1,2 bilhão, por meio da 7ª série de debêntures e da emissão da 8ª série de debêntures simples não-conversíveis.

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