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Carteira de Ações Recomendadas Mensal

A carteira de ações Top 10 reflete as dez principais recomendações dos analistas do Nu invest, cujo histórico foi iniciado em junho de 2020 e divulgada no início de cada mês.

Carteira Top 10

Atualizado em 02-05-2022

Delay de 15 minutos

TOP 5 AÇÕES

Código Alocação Potencial Preço Preço Alvo Retorno Data de Entrada
BOVA11 47% +1.22% R$ 106,69 R$108,80
+2.91%
03/01/2022
IVVB11 5% +15.1% R$ 210,18 R$242,00
-6.59%
03/01/2022
ORVR3 5% +28.3% R$ 30,38 R$39,20
-12.5%
01/04/2022
VIVT3 7% +17.2% R$ 52,04 R$61,00
-1.83%
02/05/2022
HASH11 5% +103.% R$ 24,6 R$50,00
-28.93%
03/01/2022
TRPL4 5% +51.8% R$ 25,69 R$39,00
+1.46%
03/01/2022
SIMH3 5% +75.9% R$ 10,8 R$19,30
-8.48%
02/05/2022
UNIP6 7% +47.0% R$ 102,03 R$150
+5.71%
02/02/2022
STBP3 5% +79.5% R$ 7,24 R$13,67
+1.54%
01/03/2022
FRAS3 7% +180.% R$ 9,98 R$28,95
-9.03%
01/02/2022

Desempenho da carteira

+25.4%

Desempenho do Ibovespa no mesmo período

+23.43%

Objetivo

O objetivo desta carteira é superar o índice Ibovespa em longo prazo. Para isso, a equipe de análise faz criteriosas análises técnica e fundamentalista que buscam maximizar o ganho de capital.

Perfil do investidor

Conservador Moderado Experiente

Diferencial

Simplificação: posicionamento a um grupo selecionado de companhias com tendências de valorização, sem a necessidade de replicar todas as ações do Ibovespa.

Acompanhamento: a dinâmica dos mercados faz com que as ações ganhem ou percam atratividade ao longo do tempo. Monitoramos cada empresa sugerida para garantir o melhor momento de compra e venda das ações e buscar uma performance da carteira acima da média do mercado (índice Bovespa).

Continuidade: mensalmente, o investidor terá acesso a um novo relatório sobre a carteira com os detalhes sobre as ações que a compõem, nossas estimativas para os próximos meses e possíveis trocas dos ativos.

Atualização

Resumo do mês de abril e visão para maio:

O nosso índice Ibovespa fecha o mês de Abril com pior desempenho desde o tombo da crise do COVID, e sua queda não foi ainda maior por conta do bom desempenho das ações da Petrobras. Lembrando que esta encerrou o mês em queda, mas proporcionalmente bem melhor que a média do mercado. Para a carteira trazemos duas trocas para o mês de Maio, com a saída de Porto Seguro e Triunfo, para o retorno de Telefônica Brasil e a chegada de Simpar. O inicio de Maio será muito importante para o desempenho do mercado ao longo dos próximos 30 dias, pois a briga atual está na região média dos preços desde que foi formada a mínima do COVID, sendo assim se o mercado não conseguir sustentar os preços nesta região, abriria espaço para maiores realizações inicialmente para testar os 100 mil pontos novamente e provavelmente para ir além.

Temos para esse mês o comportamento dos ativos que compõem nosso principal índice o Ibovespa. Porém de uma forma que conseguimos destacar a relação entre ativos em alta frente aos que realizaram, dia após dia. Fechamos o mês muito próximo de uma região que pode trazer uma reação ao mercado, mas lembrando, essa é uma referência diária e a reação pode ficar limitada a uma semana por exemplo. Como podemos notar, ainda poderia realizar uns 2% ou 3% antes da reação.

Seguimos de olho no comportamento do nosso índice em dólar. Lembrando que a cotação atual é a mesma que de 2006, mesmo tendo passados 16 anos. Ao longo desse período tivemos a crise de 2008 e o Covid em 2020. O que podemos extrair dessa visão? Sim o mercado pode realizar, mas proporcionalmente para o longo prazo (pense em um horizonte de pelo menos 10 anos), o upside é muito maior.

iShares Ibova (BOVA11)

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O ETF (exchange traded fund ou fundo de índice) que passou a fazer parte da carteira na virada do ano tem em sua composição pouco mistério, mas para quem não o conhece ele é atrelado ao nosso principal índice Ibovespa. Sendo assim seu comportamento deveria ser praticamente idêntico a média do mercado. Existe outro ETF atrelado ao IBOV? Sim. Com taxa menor que o BOVA11 ? Sim. Porém BOVA11 tem a maior liquidez se comparado aos outros ETF ́s que apresentam a mesma proposta. Com esse importante fator de liquidez, conseguimos dar o primeiro passo para um aumento de diversificação da carteira. Pois o IBOV conta com mais de 90 empresas em sua composição. Sim, quem ficou na dúvida, com um ativo você está indiretamente investindo em mais de 90 ações, de diversos setores de atuação.

Tese de investimento e diferenciais:

O que esperar de um ETF que vai trazer a mesma rentabilidade que nosso benchmark (Ibov), justamente atrelar parte da carteira ao comportamento médio do mercado e deixar as oportunidades de potencial valorização com ativos que tenham baixa participação no índice ou que até mesmo ainda não venham a fazer parte desta composição. Outra grande oportunidade com este ativo, seria o lançamento coberto de opções (CALL), mas esta parte deve ficar restrita aos investidores com o devido conhecimento. Aqueles com o perfil e devido conhecimento, devem procurar oportunidades mensais na faixa de 0,50p.p. para tentarem evitar que sejam exercidas as posições. Como mencionado anteriormente estamos entrando em um ano eleitoral, isso costuma trazer muita volatilidade para o mercado e tendo BOVA11 como maior peso em carteira, deveríamos ter um comportamento mais atrelado a média do mercado. Claro que estamos com outros ativos de baixíssima correlação e isso pode nos pressionar ou contribuir de forma positiva. Lembrando que esse mês a sua participação na carteira foi novamente reduzida. Visão Gráfica: Novamente cravamos o comportamento esperado para o IBOV, a região dos 120 mil pontos continuou sendo uma importante barreira e após a perda do suporte das médias a pressão vendedora retornou com força. Agora o mês termina muito próximo de uma importante referência de curto prazo que se respeitada a força compradora poderia retornar, mas não poderia ser apenas um respiro se não a realização seguinte poderia ser em busca dos 100 mil pontos.

IshareSP500 (IVVB11)

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Este é um ETF (exchange traded fund ou fundo de índice) atrelado ao SP500, um dos principais índices do mercado norte americano. Como o nome mesmo indica, ele é composto por 500 empresas e sim, tem um peso concentrado em poucas empresas como ocorre com o nosso Ibovespa. Temos como exemplo dessas empresas, Apple, Microsoft, Amazon e segue uma lista com mais algumas empresas. Destacando por setores, aproximadamente 50% da participação deste índice está ligado a tecnologia (26%), saúde (15%) e comunicação (11%).

Este ETF está sendo negociado desde o ano de 2014 e com uma forte valorização, que em grande parte tem contribuição vinda da variação cambial. Este é um importantíssimo ponto a ser comentado, o fato de ser um ativo internacional, estamos sujeitos as variações do dólar. Caso o dólar suba, ele atuara de forma positiva sobre este ativo, mas é claro que em caso de realização do ETF de -10% e valorização do dólar em +5%, teremos por aqui algo próximo dos -5%.

Tese de investimento e diferenciais:

Aqui precisamos entender que o ativo não entrou como uma oportunidade gráfica ou fundamentalista e sim com viés de aumentar a diversificação da carteira. Sendo assim foi cravada a questão indicada no último relatório de que não era o melhor timming a sua entrada, mas justamente por isso que ele atualmente está com apenas em 5% de participação. Explicando um pouco mais sobre a questão de diversificação, este é um ativo que vai nos trazer uma exposição ao mercado americano e ao mesmo tempo investido de forma indireta em 500 empresas, destacando é claro o grande peso nas empresas de tecnologia e qualquer fator que impacte o setor, tende a pesar sobre o ETF Visão Gráfica: Os mercados globais continuam pesados e não é diferente nos Estados Unidos, onde o SP500 ainda não consegue firmar sua cotação semanal acima da média exponencial de 9 períodos, o que poderia trazer um alivio e o otimismo novamente. No curto prazo o mercado por lá poderia realizar de 2 / 6 porcento. Lembrando que as referências são do SP500 e não do ETF.

Orizon (ORVR3)

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A história da Orizon começou no ano de 1999, com o velho problema urbano relacionado ao descarte de lixo. Sendo assim iniciou seu trabalho com resíduos ambientais e aproveitando a geração de biogás. Com uma forte base de clientes corporativos que incluem empresas listadas em bolsa, como por exemplo BRKM5, CYRE3, PORT3 dentre outras empresas internacionais. Destaque para o ano de 2020 onde ela foi uma das empresas que mais gerou créditos de carbono no Brasil.

Tese de investimento e diferenciais:

A demanda por energia renovável é cada vez maior, primeiramente pela pratica de ESG que vem sendo cada vez mais respeitada pelas empresas, e que por sua vez poderia aumentar a sua base de clientes. Por outro lado o ainda elevado preço do petróleo, que mesmo realizando no curto prazo, estaria em um nível bastante expressivo se comparado aos últimos anos. Com seu know-how de atuação no segmento pode ser apenas uma questão de tempo para sua expansão pelo pais a fora. O Brasil ainda é bastante deficitário no quesito de aproveitamento dos resíduos descartados. O maior desafio da empresa pode ser em replicar o seu modelo de negócio em pequenas unidades sem perder a margem nas operações. Lembrando que existe a expectativa de que abra uma bolsa de Ativos Ambientais no Rio de Janeiro no segundo semestre deste ano. Se de fato isso for concretizado a empresa pode ganhar ainda mais liquidez nos créditos gerados por ela e que foi uma das maiores geradoras do pais nos últimos anos. O acordo para esta criação foi feito com a NASDAQ, bolsa de tecnologia dos Estados Unidos. Visão Gráfica: Por enquanto de forma bastante lenta mas trabalhando com a inclinação positiva e com os fechamento acima das médias. O último candle mensal não testa o suporte da MME9, o que não tem problema, mas deveria ser uma sinal de força compradora, com isso vamos ver se conseguimos a superação da região de topo histórico ao longo deste mês. Visão deve permanecer positiva enquanto o ativo fechar no semanal e mensal acima da MME9.

Telefônica Brasil (VIVT3)

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Empresa do setor de telecomunicações com atuação em todo país, com produtos como rede móvel, banda larga fixa e móvel, voz, dados, serviços digitais, TV por assinatura, dentre outros. Atualmente a empresa atende a mais de 95 milhões de clientes, com foco de atuação em dados e atendendo através da sua rede 4G, 90% da população, espalhada em mais de 3100 cidades por todo o país. No ano de 2018 a empresa já atendia quase 20 milhões de clientes com sua rede de fibra, que tem crescido cada vez mais pós pandemia com o maior uso pelos clientes com o home office.

Tese de investimento e diferenciais:

A empresa vem crescendo ao longo dos últimos anos e tem apresentado uma ótima sinergia desde que a GVT foi adquirida, com intuito de aprimorar a sua atuação na linha de produto ligado a internet fixa. Essa aquisição ocorreu em 2015, mas todo o know-how da empresa tem feito diferença no atual momento de maior demanda por internet de banda fixa, mantendo a qualidade e acelerando o crescimento cada vez mais. As atuais mudanças na regulamentação brasileira de telecomunicações também podem trazer algum beneficio para o setor e por consequência para a empresa. A empresa tem se mostrado resiliente nas últimas crises, superando cada etapa e mantendo seu ritmo de crescimento. Retornamos com o ativo para carteira por conta da sua perspectiva de longo prazo continuar sendo positiva. Sendo assim em um primeiro momento pode até ter um comportamento mais lento que a média do mercado, mas o ativo ao longo do tempo deve evoluir e buscar inicialmente valores acima do seu preço histórico. Não temos em carteira nenhum ativo relacionado ao setor com isso ele entra para ampliar ainda mais a diversificação da carteira. Lembrando que recentemente a empresa adquiriu uma parte do setor que a Oi se desfez e que pode trazer ainda mais sinergia para ela no longo prazo. Visão Gráfica: Olhando para o curto prazo o ativo parece formar um cup & handle e se for seguir em busca da sua projeção, ele teria espaço para valorizar de 10 / 15%. Por enquanto a perspectiva de longo prazo continua sendo positiva, com isso é totalmente plausível a busca pelo alvo de curto prazo enquanto as médias do semanal forem respeitadas como suporte, principalmente a média de 9 semanas exponencial.

Hashdex (HASH11)

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Temos novamente um ETF (exchange traded fund ou fundo de índice) que segue fazendo parte da carteira TOP 10. Neste caso a diversificação da carteira vai além do que já tivemos, pois estamos falando de um produto que está atrelado a uma cesta de criptomoedas, tendo como sua principal moeda o Bitcoin e o Etherium que juntas representam em torno de 90% da composição. Outro ponto importante a ser destacado, é que este ainda é um mercado muito novo, mesmo o Bitcoin tendo mais de 10 anos desde sua criação. Porém é um mercado em expansão e constante avanço, com isso a moeda que hoje é o cargo chefe, pode não ser mais daqui alguns anos, mas se isso ocorrer o ativo vai perder peso na composição do ETF.

Tese de investimento e diferenciais:

Assim como o ETF anterior, este vem para trazer ainda mais diversificação para carteira. Neste caso não temos nem como pensar em correlação com nosso Ibovespa ou tentar entender seu comportamento dado alguma movimentação do nosso índice. Sendo assim sua participação na carteira é de fato para trazer diversificação, lembrando que ele passa a fazer parte da carteira com um peso de 5%, sendo assim em um pior cenário como por exemplo de total desvalorização, -99% isso traria um impacto limitado de 5p.p. sobre a carteira como um todo. Não é uma situação desejada, mas estressando o ativo, ele traria pouca variação negativa para cesta de ativos que aqui estão sendo recomendadas. Aproveitando o que foi comentado, mesmo em caso de forte desvalorização (ou até mesmo valorização) o ativo deve permanecer em carteira, única possível mudança ao longo do tempo seria o percentual de sua participação em carteira. Visão Gráfica: Seguimos dentro de uma mesma faixa de preço $65 mil dólares como resistência e $30 mil dólares como suporte, enquanto não sair desta faixa pode ser um período chato e sem tendência bem definida. Esse tipo de região sem tenência é chamada de congestão ou caixote, para quem busca referências direcionais este não seria o ativo por enquanto. Próximo suporte mais importante na faixa dos $24000.

Transmissão Paulista (TRPL4)

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Com origem no ano de 1999 após a divisão de ativos da Companhia Energética do estado de São Paulo, a empresa vem ao longo dos últimos anos expandindo sua fatia de mercado através das licitações, como por exemplo em 2006 em Minas Gerais e em 2008 no Sul do país. Como mencionado anteriormente através de sua expansão, a empresa segue com seu maior foco na transmissão de energia elétrica. Pontualmente em São Paulo a empresa é responsável por transmitir 90% da energia consumida. Atualmente a companhia é o maior grupo privado de transmissão de energia elétrica do pais com mais de 18 mil km de linhas de transmissão e atuando em diversas regiões do Brasil. Ativos como este costumam ter maior previsibilidade nos pagamentos de proventos e um comportamento mais defensivo, tanto em mercados de alta como de baixa, sendo assim a principio não é esperado nenhuma grande valorização por parte dele a médio / curto prazo.

Tese de investimento e diferenciais:

Foi reduzida a participação no setor de 10 p.p. para 5 p.p. , sem considerar o peso do setor dentro da composição do ETF que temos em carteira. Lembrando que o ativo deveria ter um comportamento mais lento que a média do mercado e este mês ele superou o benchmark em aproximadamente 5 p.p.. Sendo assim se o seu desempenho passar a ser mais lento no próximo mês não teria nada de errado. Continua sendo umas das empresas consideradas defensivas, pois em caso de realização dos mercados seria esperado uma realização menor para o ativo. Visão Gráfica: Demorou mas parece que veio o empurrão indicado no último relatório com isso o ativo deveria seguir com força compradora enquanto o seu fechamento permanecer acima da média exponencial de 9 períodos do mensal, lembrando que no semanal ele já começa a perder um pouco de força. Já que o fechamento mensal estaria muito distante, o acompanhamento da média pode ser feito através do gráfico de médio prazo, o semanal.

Simpar (SIMH3)

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A empresa foi constituída em 1956 como a Transportadora Júlio Simões Ltda o que atualmente seria a JSL (JSLG3). O primeiro passo para o crescimento da empresa foi dado no ano de 1970 com a primeira aquisição, Transcofer, onde com essa movimentação a empresa ampliava sua frota de caminhões. Já no fim da década de 80 o grupo iniciou sua diversificação passando a atuar com locação de veículos leves e fretamento para transporte de colaboradores. No ano de 2010 a JSL abria seu capital na B3 no segmento Novo Mercado com a intenção de ampliar seus negócios já que ela teria acesso a mais capital. Logo no ano seguinte ela adquiri a Rodoviário Schio, maior empresa de transporte e armazenagem de alimentos em temperaturas controladas do Brasil. Seguindo o plano de diversificação em 2013 foi criada a JSL Leasing com o objetivo de apoiar o processo de vendas aos clientes do grupo. Já a Movida por sua vez foi concluída a sua aquisição no ano de 2014, empresa com mais de 29 lojas. Tese de investimento e diferenciais: a empresa passa a fazer parte da carteira com intuito de aumentar a diversificação, e esta entrando no portfólio com uma participação levemente acima da média dos outros ativos. O motivo pelo qual a sua participação está em 7% é justamente o fato da sua perspectiva de médio e longo prazo ser superior aos ativos que atualmente estão limitados aos 5 pontos percentuais. O seu upside está atualmente na faixa dos 65% o que seria um dos melhores para a carteira neste mês de Maio. Mas o que não podemos deixar de destacar como risco é o resultado da empresa que será divulgado no dia 5 de maio, se vier abaixo da expectativa do mercado o ativo no curto prazo pode ser penalizado antes que um novo movimento de alta possa ocorrer. Visão Gráfica: Depois da forte alta no ano de 2020 e inicio de 2021, seguimos por uma longa correção no último semestre que até o momento respeita as faixas de fibo. Sendo assim se a MM200 do diário for recuperada como suporte a força compradora de longo prazo poderia retornar ao ativo e o topo anterior seria uma das faixas a serem buscadas. Lembrando que pelo segundo mês seguido o ativo consegue encerrar acima da MME9, apesar de ter ocorrido de forma tímida.

Unipar (UNIP6)

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A sua fundação ocorreu no ano de 1968, mas ela só foi ter suas ações listadas em bolsa apenas no ano de 1970. Ao longo dos anos oitenta a empresa foi ganhando força no segmento petroquímico, porém o ano de maior destaque foi a sua restruturação em 2010, onde ele vendeu sua totalidade das ações da Quattor e poucos anos depois adquiriu integralmente a Carbocloro. Outra aquisição veio a ocorrer no ano de 2016 com a produtora de PVC, Solvay Argentina. Com essa aquisição a empresa passou a ser a maior produtora de cloro e soda caustica da América do Sul, no segmento de PVC ela ainda seria a segunda maior. No fim de 2019 a empresa realizou uma OPA para aquisição integral da ações Unipar Indupa Argentina, para posterior cancelamento do seu registro de companhia aberta. No mesmo ano no mês de dezembro a empresa recebeu do órgão equivalente a nossa CVM, o sinal verde para conclusão desta oferta e retirada (deslistagem) das ações. Tese de investimento e diferenciais: Continuando dentro do perfil geral para o portfólio ao longo deste ano de 2022, a Unipar chegou com intuito de diversificar a carteira. Chamando atenção que este também é um ativo que não faz parte da composição do nosso principal índice o Ibovespa. Sendo assim ele pode caminhar de forma descolada se comparado a média do mercado. Seu volume financeiro médio diário não é tão fraco e vem ganhando força, com isso poderia estar mais próximo de fazer parte da composição do IBOV se comparado a outros ativos que passaram pela composição desta carteira. Visão Gráfica: Pela referência de longo prazo ainda temos o candle mensal fechando acima da MME9, que por sua vez está se aproximando dos preços e vamos ver se teria força para um novo movimento de alta. Enquanto isso temos um curto / médio prazo sentindo bastante a região de topo histórico e com muita dificuldade de vencer essa faixa de preço. Se esta barreira for superada, o ativo pode abrir o caminho para um novo movimento de alta enquanto respeitar a MME9 como suporte.

Santos Brasil (STBP3)

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Empresa do setor logístico que vem crescendo com força no Brasil, tendo inicio das suas atividades no ano de 1997 ao vencer o processo de privatização do Terminal de Contêineres de Santos. Dai em diante a empresa foi expandindo passando a operar o Terminal de Veiculo do porto de Santos em 2006 e no ano seguinte incorporou a Mesquita Soluções Logísticas dentro da Holding. Já no ano de 2008 vencendo outras duas licitações, desta vez na Tecon Imbituba em Santa Catarina e no Pará com a Tecon Vila do Conde. Dando continuidade a processo de crescimento logístico a empresa passou a ter dois centros de distribuição, um em São Bernardo e outro em Jaguaré, ambos no estado de São Paulo. A melhora na empresa veio com a compra de maquinas da China e dos Estados Unidos, o que contribuiu bastante para sua eficiência nos portos. Tese de investimento e diferenciais: Mais uma grande empresa com potencial na visão de longo prazo, mas que segue praticando o mesmo preço de mercado dos últimos 3 anos. Sendo assim vemos bastante upside para o ativo, apesar do risco de curto prazo. De fato o potencial de valorização não é o maior da carteira, mas a relação de risco retorno continua sendo bastante atraente, com isso o ativo ainda permanece com a participação de 5% em carteira, mas que pode ser aumentada nos próximos meses. O Brasil sempre foi um pais dependente de importações, mesmo com o dólar alto e redução nessas aquisições temos o beneficio das exportações vindo do agro. O atual momento com dólar longe de seu topo histórico pode aumentar o fluxo de importações e exportações beneficiando os portos do pais. Visão Gráfica: Temos um candle mensal com corpo dentro do anterior, sendo assim neste mês de maio se a máxima de março for rompida a força compradora poderia retorna ao ativo. A visão mais otimista estaria na busca da linha de retorno do canal de alta, ou seja, o topo do canal indicado no gráfico mensal. No médio prazo a correção veio como era esperado e agora com as médias mais próximas o ideal seria voltar a força compradora para o ativo.

Fras-le (FRAS3)

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Esta fabricante de autopeças teve sua fundação no ano de 1954 no Rio Grande do Sul e atualmente está localizada em 5 países, sendo que a maior parte das fábricas (4) estão sediadas no Brasil. A companhia chega a atender 120 países com sua linha de produtos, que vai de materiais de fricção de sistemas de frenagens aos componentes para transmissão. Também possui inúmeros centros de distribuições ao redor do mundo, como na Alemanha, Argentina, Colômbia e Holanda. Já no ano e 1960 a empresa realizava suas primeiras exportações e na década seguinte abria seu capital. Nos anos 80, ela adquiriu a Lonaflex, fabricante de materiais de fricção. . Tese de investimento e diferenciais: Com a sua atuação bastante pulverizado ao redor do mundo, o ativo traz para a carteira uma diversificação de segmento e em linha com o esperado para este portfolio para o ano de 2022. Ela também não faz parte da composição do Ibovespa e para isso precisaria melhorar bastante seu volume médio diário. Lembrando que assim como os outros ativos, ela tem uma participação muito baixa na composição da carteira, com isso nos da a oportunidade de investir neste segmento. Se o ativo realmente seguir com o comportamento visto nos últimos anos, nós teríamos como upside para ele algo na faixa dos 150 / 160% de valorização, claro que o ativo poderia ir além, mas este seria o preço alvo inicialmente se tudo permanecer constante em relação aos fundamentos da empresa. Visão Gráfica: O último candle mensal encerra abaixo da importante média de 9 períodos e isso pode atrapalhar o movimento de alta se ela não for recuperada rapidamente. O semanal permanece sendo pressionado pela mesma média, MME9 e também pela média de 21. Se a força compradora retornar a visão do semanal seria que a correção atual fosse uma bandeira de alta e neste caso o próximo movimento de alta seria bem expressivo.

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Sobre o Analista

Hugo Simas Carone

Hugo Carone

Iniciou seus estudos em 1996 no mercado financeiro. É certificado CNPI-T desde 2010 e CCAT entre os anos de 2012-2015.

Nosso analista está online na sala ao vivo das 09h às 17h de segunda a sexta para tirar suas dúvidas.