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Ficou sabendo? Conta de luz vai subir 21% em 2022; IPO da Coty e poupança

Documento da Aneel considera impacto da crise hídrica no aumento da conta de luz.

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contas de luz PEC
Foto: Guilherme Santos/Sul21

Conta de luz vai subir 21% em 2022

O aumento no preço da conta de luz não dará trégua ao consumidor no ano que vem. O reajuste que documentos oficiais do governo e do próprio setor elétrico preveem é superior a 20% em 2022, uma alta que vai turbinar ainda mais a inflação e corroer a renda do cidadão.

Estadão teve acesso a um documento interno da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) emitido na sexta-feira (5), no qual o órgão regulador faz uma projeção sobre o impacto financeiro que a atual crise hídrica terá sobre a conta de luz em todo o País, devido às medidas que foram adotadas para garantir o abastecimento de energia. A conclusão é trágica.

“Nossas estimativas apontam para um cenário de impacto tarifário médio em 2022 da ordem de 21,04%”, diz o texto. Considerando dados da própria Aneel, o reajuste acumulado neste ano só para o consumidor residencial chega a 7,04%, ou seja, o aumento projetado para o ano que vem praticamente triplica a alta de 2021. Em 2020, o aumento médio foi de 3,25%.

Nos últimos meses, cada consumidor de energia tem bancado, mensalmente, o custo pesado das chamadas “bandeiras tarifárias”, uma taxa extra que é incluída na conta de luz para pagar o acionamento das usinas térmicas, que são bem mais caras que as hidrelétricas. Isso tem ocorrido por causa da falta de chuvas e do esvaziamento dos principais reservatórios do País.

Coty suspende IPO até 2022

A francesa Coty decidiu suspender a oferta inicial de ações de sua unidade brasileira, ao menos até fevereiro de 2022.

A companhia é dona de marcas de perfumes e cosméticos de luxo como Gucci e Burberry. Já no Brasil tem marcas tradicionais, como Monange, Cenoura & Bronze e Bozzano.

Os recursos levantados no IPO seriam usados para expandir a área digital e acelerar o e-commerce.

Poupança perde lugar entre os brasileiros

Pela 1ª vez, o investidor de varejo aplicou mais em investimentos como ações e títulos públicos do que na poupança.

Segundo dados da Anbima, o valor investido em títulos e valores mobiliários em setembro somava pouco mais de R$ 1 trilhão, contra R$ 984 bilhões aplicados na caderneta.

O volume total dos investimentos das pessoas físicas cresceu 6,8% entre janeiro e setembro de 2021, chegando a R$ 4,45 trilhões. 

*Com informações do Estadão Conteúdo

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