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Vai investir em ações? Veja essas 4 dicas

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O número de investidores na Bolsa de Valores é cada vez maior. Já são mais de 3 milhões de CPFs ativos na B3. Ainda assim, isso significa que menos de 1% da população brasileira decidiu investir em Ações

Ainda estamos muito distantes, por exemplo, dos Estados Unidos. No país norte-americanos, metade da população aplica dinheiro no mercado de Ações. Mas quem sabe um dia chegamos lá?

Enquanto isso, se você quer investir em Ações e fazer parte desse clube, pode começar vendo este vídeo especial que o Samy Dana gravou. Nele, você vai encontrar quatro informações importantes para a sua jornada no universo das Ações. Aproveite!

Investir em Ações envolve riscos

Essa é a primeira dica do Samy Dana. Para começar, vamos usar um pouco de teoria para explicar por que você precisa gravar essa informação muito bem antes de entrar na Renda Variável.

Já ouviu falar em economia comportamental? É um campo de estudo que investiga as emoções por trás das decisões financeiras. E uma das principais descobertas é que temos modos de agir. Em outras palavras, são os chamados vieses comportamentais que nos fazem errar com dinheiro.

Um dos vieses comportamentais mais famosos é a autoconfiança exagerada. Nesse caso, é isso que te leva a achar que a sua estratégia é sempre vencedora. 

E tem gente grande que assina embaixo dessa teoria. Benjamin Graham, o mentor do megainvestidor Warren Buffett, diz que, ao investir, você deveria sempre deixar uma margem de segurança. Se você acha que uma ação vale R$ 10, por exemplo, ele defende que você a compre por no máximo R$ 7. Assim, você pode deixar espaço para falhas humanas, baixas no mercado, bem como má sorte. 

Antes de investir em Ações, forme sua reserva de emergência

As Ações existem para temperar a sua carteira de investimentos. Ou seja, com elas os investidores podem ampliar seus ganhos. Mas antes de começar a investir em Ações você precisa formar a sua base, o seu arroz e feijão. Essa base da sua carteira é a chamada reserva de emergência.

Reserva de emergência é uma quantia de dinheiro que equivale a algo em torno de três a seis meses das suas despesas. Ela deve ser aplicada em investimentos conservadores, que podem ser resgatados em caso de emergência. Aí entram problemas de saúde ou perda de emprego. A reserva é o que vai evitar que você se endivide diante de um imprevisto.

Se você começar logo de cara com as Ações, sem formar uma reserva, você corre o risco de ter que vender os seus ativos em um momento desfavorável para contornar uma emergência. É nessa hora que o investidor perde dinheiro.

Por isso, o primeiro passo é a reserva. Só depois as Ações. Elas vão ser a parcela de risco da sua carteira de investimentos. Se você tiver um perfil de investidor mais conservador, pode ser algo como 10% da sua carteira.

E se for mais agressivo, algo como 30%. Vai depender do seu perfil de risco e dos seus objetivos. 

Mas, acima de tudo, a quantia que você vai investir em Ações deve ser um valor que você pode abrir mão. Em outras palavras, se esse dinheiro for comprometido, não vai prejudicar muito sua vida financeira.

Conheça os atalhos

Existem milhares de profissionais que ficam o dia todo tentando ganhar dinheiro na bolsa. Se ao investir em Ações fosse fácil acertar, nós não teríamos milhões de pessoas trabalhando oito horas ou mais por dia, de segunda a sexta-feira. Bastariam apenas alguns cliques para sair ganhando dinheiro com Ações.

Por isso, não ache que você, que trabalha o dia todo e faz mil outras coisas, vai conseguir um desempenho melhor que o dos profissionais que trabalham apenas com isso. 

Se você não tiver tempo para estudar as Ações com calma e afinco, existem dois  atalhos interessantes. Você pode investir por meio de um Fundo de Ações e delegar para um gestor profissional a tarefa de passar o dia todo selecionando as melhores empresas.

Outra opção é investir em um ETF. Esse é um fundo que replica o comportamento de um determinado índice, como o Ibovespa, que reúne as Ações mais negociadas da Bolsa.

Ou seja, em vez de você investir nas cerca de 70 Ações do Ibovespa uma a uma, você compra uma cota do ETF do Ibovespa. Assim, é como se investisse em todas elas de uma vez só. As duas principais diferenças para qualquer outro fundo de investimento é que ele é negociado em bolsa e possui uma taxa de administração bem menor que os  fundos ativos. 

Na hora de investir em Ações, aprecie o assunto

A Bolsa tem aproximadamente 400 empresas listadas. Se você não quiser usar os atalhos, é bom saber que escolher as empresas com maior potencial de valorização não é uma tarefa simples. Trata-se de um esforço diário, de acompanhar o mercado, as notícias e aprender a entender os balanços das empresas.

Um bom ponto de partida para investir em Ações podem ser as empresas que você tem interesse. Assim, o hábito de acompanhar o comportamento da ação será mais prazeroso.

O megainvestidor Warren Buffett, por exemplo, já revelou que, ao investir em Ações, avalia questões como o tamanho do endividamento da empresa, se ela conseguiu gerar um bom retorno em um período longo de tempo e a margem de lucro. 

Ele foge de empresas que tenham produtos que podem ser facilmente substituídos. Além disso, busca Ações que estão com um bom desconto, ou seja, empresas com bons fundamentos, boas estratégias, mas que estão sendo negociadas por valores inferiores ao que realmente valem porque estão enfrentando alguma circunstância pontual.

Mas é claro que não é uma tarefa simples. Se fosse, o mundo estaria cheio de “Warren Buffett’s”. E já que não existe almoço grátis e o dinheiro não cai do céu, a saída é focar em aprender a investir cada vez melhor. 

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