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Boletim de BDRs

O Boletim tem como objetivo fornecer informações mensais das Brazilian Depositary Receipts (BDRs) com lastro em empresas globais negociadas na B3 e que fazem parte do Índice de BDRs Não Patrocinados-Global (BDRX).

Top 5 BDRs

Delay de 15 minutos

Código Data de Entrada Preço DY (12 últ. meses) Retorno
GOGL34 04/12/2020 R$ 81,66 0%
+30.86%
JNJB34 05/02/2021 R$ 54,98 2,42%
-6.63%
JPMC34 05/02/2021 R$ 75,3 2,35%
+1.11%
MSFT34 04/12/2020 R$ 55,05 0,98%
+20.51%
COCA34 04/12/2020 R$ 45,41 3,36%
-0.81%

Desempenho das Top 05 BDRs

16.40%

Desempenho do índice de BDRs (BDRX) no mesmo período

11.30%

Objetivo

Os analistas da Easynvest fazem uma cobertura com critérios de análise técnica e fundamentalista para que o investidor consiga tomar a melhor decisão na hora de investir em BDR.

Se você não tem conhecimentos sobre BDR, sugerimos que antes leia o artigo especial no nosso Blog.

Perfil do investidor

Conservador Moderado Experiente

Top 5 BDRs

As ações Top 5 usam como referência o Boletim de BDR e, de acordo com o desempenho das empresas, o time de análise da Easynvest seleciona as 5 BDRs que acreditam ser as melhores alternativas de investimento no médio e longo prazo.

Google (GOGL34)

A Alphabet, controladora do Google, domina o mercado de busca online com a participação global do Google acima de 80%, por meio da qual gera forte crescimento de receita e fluxo de caixa e que deve manter esta liderança no mercado de busca. Há uma expectativa de que o YouTube contribuirá mais para os resultados financeiros da empresa, conforme já foi observado nos últimos balanços. Além disso, a companhia segue em tendência de alta, pois suas atividades sofrem menos impactos no atual contexto de pandemia e comparada aos seus pares, possui margens atraentes e estáveis, com um retornos sobre o capital próprio ROE (24%) e Margem Ebitda (35%).


A empresa divulgou no dia 27 de abril o resultado referente ao primeiro trimestre de 2021 com receita acima do esperado. Os resultados refletem a elevada atividade do consumidor online e um amplo crescimento na receita de anunciantes. As vendas de anúncios do Google aumentaram 32% no primeiro trimestre em comparação com o ano anterior. As vendas de serviços de computação em nuvem aumentaram 45,7%, em linha com as estimativas. A receita da Alphabet cresceu 34%, para 55,3 bilhões de dólares e o lucro trimestral da aumentou 162%, para 17,9 bilhões de dólares. A margem operacional da empresa subiu para 30% pela primeira vez desde a incorporação como Alphabet em 2015.

Johnson & Johnson (JNJB34)

Johnson & Johnson (JNJB34) fundada em 1886, a Johnson & Johnson é uma empresa farmacêutica americana especializada não apenas em produtos farmacêuticos, mas de higiene e utensílios médicos também, que conta com operações em mais de 90 países e produtos comercializados em mais de 175 países.


Suas ações continuam respeitando o canal de alta no gráfico semanal e na semana semana de maio tem tocado o limite superior do canal. Podemos ver correções de curto prazo esperando que elas cheguem até a média aritmética de 21 períodos ou o centro do canal projetado.


Além de contar com indicadores técnicos e fundamentalistas melhores do que a Pfizer, as ações da farmacêutica também fazem sentido na composição da Top 5 do Boletim de BDR por trazerem diversificação ao representar um setor diferente dos demais BDRs escolhidos.


Mesmo com a recente alta das ações da Pfizer na NYSE, ainda é cedo para considerarmos que há uma tendência de alta bem estabelecida. Enquanto isso, as ações da J&J oferecem tem obedecido a todos os comportamentos esperados em uma tendência de alta.

JP Morgan (JPMC34)

O JP Morgan é indiscutivelmente um dos principais bancos nos Estados Unidos. Atua em vários segmentos, como banco de investimento, banco comercial, cartão de crédito, banco de varejo, gestão de ativos e fortunas, é uma força com grande reconhecimento. A combinação de escala, diversificação e sólida gestão de risco do banco parece um caminho simples para obter vantagem competitiva, mas poucas outras empresas foram capazes de executar uma estratégia semelhante. Mesmo os bancos mais bem administrados não estão imunes a tropeços ocasionais, mas o JP Morgan conseguiu aparentemente juntar todas as peças de uma forma mais coesa e menos sujeita a erros do que seus pares. A boa gestão da companhia é representada através dos indicadores de rentabilidade, com um ROE de 15%, acima de instituições como Bank of America (8%) e Wells Fargo (4%).


O banco enfrentou um cenário macro difícil em 2020 devido ao Covid-19, e os lucros foram pressionados. Mas o balanço patrimonial da empresa permanece forte e a nossa expectativa é que o JP Morgan superará a crise e permanecerá um dos bancos mais dominantes nos próximos anos. No primeiro trimestre de 2021, nossas previsões foram confirmadas, após divulgar um forte aumento no lucro, beneficiado pela atividade expressiva em suas mesas de operações e resultado da divisão de banco de investimento. O JPMorgan, amplamente visto como um barômetro da saúde da economia norte-americana em geral, também foi ajudado por comparações favoráveis com o ano passado, quando a pandemia de Covid-19 forçou o banco a fazer a provisões contra o risco de uma onda de inadimplência de empréstimos. O lucro líquido subiu para 14,3 bilhões de dólares, de 2,9 bilhões de dólares um ano antes.

Microsoft (MSFT34)

Além de possuir monopólio em diversas linhas de atuação, a Microsoft possui múltiplas fontes de receita que vão desde a rede Linkedin (5% da receita) a ser uma das principais fornecedoras de soluções de computação em nuvem. Principal vetor de crescimento da companhia atualmente, o faturamento do cloud computing aumentou mais de 50% em apenas dois anos. Com um negócio resiliente e gerador de caixa, os últimos resultados da Microsoft vieram robustos, mesmo em meio à pandemia.


A mudança estratégica da companhia com foco em renda recorrente (via assinatura de seu sistema operacional – antes era preciso comprar o pacote) e alta escalabilidade tem surgido efeito: o lucro por ação mais do que dobrou nos últimos dois anos. Não bastasse a tese de investimento em tecnologia ser secular e seus excelentes indicadores de rentabilidade (ROE de 43%, por exemplo), a resiliência da companhia está mais do que comprovada já que ela vem se mantendo entre as maiores empresas americanas desde a década de 90.


O seu último resultado trimestral divulgado ao final de janeiro surpreendeu o mercado mais uma vez. Ao apresentar um crescimento de 16,7% na receita líquida e um lucro líquido 34,4% maior, ambos em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, seguimos confiantes em nossa tese de investimentos na companhia. A Microsoft vem se tornando uma solução global de computação em nuvem e é uma das melhores oportunidades dentro do setor de tecnologia atualmente na nossa visão.

Coca Cola (COCA34)

A Coca-Cola é uma das marcas mais reconhecidas no mundo, o que lhe confere uma bela vantagem frente aos seus competidores refletida em suas elevadas margens operacionais e retorno sobre patrimônio. Com o início da vacinação ao redor do mundo, é grande a expectativa para a retomada da receita.


A onipresença da marca da Coca-Cola na categoria de bebidas não alcoólicas se fortalece há mais de 130 anos e vemos uma dinâmica estrutural que garantirá que isso persista. A Coca-Cola vem expandindo a sua atuação em várias categorias de bebidas além dos refrigerantes como água premium e bebidas energéticas, novos vetores de crescimento, enquanto mais de 75% da sua receita vem de fora dos Estados Unidos, diversificando, também, territorialmente as suas operações.


A companhia é uma tradicional “vaca leiteira”. Uma das empresas favoritas de Warren Buffett, um dos melhores investidores de todos os tempos, a Coca-Cola é uma companhia cuja distribuição de dividendos por ação vem crescendo por incríveis 58 anos seguidos e tem como meta distribuir aproximadamente 75% do seu resultado líquido (payout) em dividendos, além de recomprar ações recorrentemente.
Com um valor de marca surpreendente, mesmo enfrentando os ventos contrários do fechamento de bares e restaurantes e a tendência de um menor consumo de bebidas altamente calóricas, a Coca-Cola é sinônimo de eficiência operacional e lucratividade.


A Covid-19 criou dificuldades que desaceleraram as vendas no curto prazo. No entanto, com o início da vacinação em todo o mundo, há uma expectativa para que as operações voltem à normalidade até o final de 2022. Historicamente sempre negociada com prêmio sobre a Pepsico, nossa visão é de que o mercado exagerou na correção durante a pandemia e agora oferece aos investidores a chance de comprar uma das melhores empresas do mundo por um prêmio em relação ao índice preço/lucro relativamente pequeno em relação a sua concorrente.

O BDR da Coca-Cola é uma das recomendações da carteira de Dividendos Easynvest. Para conhecer a tese de investimento completa da companhia, clique aqui.

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Sobre os Analistas

Murilo Breder

Murilo Breder

Integrante da nova geração de analistas, possui passagens por instituições respeitadas como Banco Safra e a casa de análise independente Levante Ideias de Investimentos. Finalista em competições nacionais de mercado financeiro ainda durante a faculdade, é Engenheiro Civil de formação pela UFMG, com direito a um ano de intercâmbio nos Estados Unidos (Los Angeles e Nova York), e possui as certificações CGA e CNPI.

Hugo Simas Carone

José Falcão C. Castro

Analista de Investimentos na Easynvest com 15 anos de experiência no mercado financeiro, atuando com análise, consultoria de investimentos e mesa de operações Bovespa e BM&F.

Formado em Administração de Empresas com pós-graduação em Gestão Financeira, possui as certificações CFP® e CNPI-P.

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